sábado, 30 de julho de 2011

Discurso da Posse - SINDICONTAS/AL

Prezados servidores do TC/AL,
Uma batalha, a exemplo da que acabamos de travar, não se pode ganhar sozinho. A vitória recentemente alcançada foi fruto do desejo e da confiança de todos aqueles que acreditaram ser possível prosseguir na edificação de um SINDICONTAS, iniciada na gestão anterior, comprometido com os anseios da classe, imune a ingerências e resguardado de práticas políticas e administrativas desaconselháveis. Portanto, é de bom alvitre registrar o meu sincero agradecimento ao apoio implícito da diretoria que finda seu mandato, capitaneada pelo presidente Luis Belo, a quem tenho a salutar oportunidade de suceder.
O caminho a ser percorrido, prezados colegas, será longo e desafiador, pois temos consciência das dificuldades inerentes ao ofício e dos sucessivos percalços que habilmente teremos que contornar, mas estaremos firmes no cumprimento das atribuições estatutárias que nos foram democraticamente delegadas, e fiéis aos propósitos assumidos publicamente durante a campanha, entre os quais podemos destacar: 
1) Quebra da cláusula de acesso aos níveis superiores e a imediata implantação do pré-requisito escolar; 
2) Implantação dos qüinqüênios devidos; 
3) Reposição da inflação referente às datas base dos exercícios de 2010 e 2011; 
4) Reestruturação do Clube do SINDICONTAS, disponibilizando, quinzenalmente, meios de transporte para os associados; 
5) Divulgação, através do Blogge denominado “CONSIDERAÇÕES FINAIS – btcal.blogspot.com, de todos os procedimentos adotados pela diretoria em prol dos servidores; 
6) Prestação de contas dos recursos seja quais forem a origem, bem como o destino das despesas, o que irá proporcionar a todos os interessados a possibilidade de acompanhar a movimentação financeira; 
7) Manter o contrato de prestação de serviços, firmado com o Escritório Jurídico do Dr. Fernando Maciel, que julgamos estratégico e imprescindível para a defesa dos interesses dos servidores desta Casa. 
Quero agradecer primeiramente a Deus pela vitória que me concedeu, ao tempo que lhe peço equilíbrio e sabedoria na condução da coisa pública. Agradeço, também, aos meus colegas lotados na DEFAFOM e demais Diretorias Técnicas, aos companheiros dos serviços gerais, do protocolo, da garagem, do serviço médico e odontológico e externar um especial agradecimento ao meu fiel amigo de infância, pau para toda obra, Jairo Affonso de Mello Marques Luz. 
Por fim, quero agradecer a todos que aqui se encontram, e que me prestigiaram com suas honrosas presenças. 
Encerro minha modesta fala, parafraseando os dizeres de um expoente da história da humanidade, excluindo-lhe a soberba, evidentemente. Trata-se de Júlio Cesar, imperador romano, que após uma de suas espetaculares vitórias, ainda no campo de batalha e diante do inimigo subjugado, disse orgulhoso do seu feito: Vim, vi e venci. 
Muito Obrigado!


terça-feira, 26 de julho de 2011

SINDICONTAS/AL TEM NOVA DIREÇÃO

Não Fazemos de Conta, slogan utilizado durante a campanha, permanece como um marco para os servidores que com 63% de aprovação, ratificaram a opção pela nova Diretoria do SINDICONTAS.
Nesta sexta-feira, dia 29, ocorrerá a posse.
O evento será no auditório Jorge Assunção, às 10 horas, com a presença dos funcionários e sindicatos que acompanharam a disputa.
Chapa 2, presidida pelo servidor Francisco Elpidio;
Vice-Presidenta - Ana Maria Gusmão;
Secretária Geral - Maria Aparecida Bida Guabiraba;
Diretor Financeiro - Francisco Domingos;
Diretor Administrativo - Humberto Severino dos Santos.

domingo, 10 de julho de 2011

Professora do Rio Grande do Norte recusa prêmio e critica governantes


Nesta segunda, o Pensamento Nacional de Bases Empresariais – P.N.B.E., vai entregar o prêmio "Brasileiros de Valor 2011". O júri escolheu a professora Amanda Gurgel, que depois de analisar decidiu recusar o prêmio.
 Natal, 02 de julho de 2011


Prezado júri do 19º Prêmio PNBE,


Recebi comunicado notificando que este júri decidiu conferir-me o prêmio de 2011 na categoria Educador de Valor, “pela relevante posição a favor da dignidade humana e o amor a educação”. A premiação é importante reconhecimento do movimento reivindicativo dos professores, de seu papel central no processo educativo e na vida de nosso país. A dramática situação na qual se encontra hoje a escola brasileira tem acarretado uma inédita desvalorização do trabalho docente. Os salários aviltantes, as péssimas condições de trabalho, as absurdas exigências por parte das secretarias e do Ministério da Educação fazem com que seja cada vez maior o número de professores talentosos que após um curto e angustiante período de exercício da docência exonera-se em busca de melhores condições de vida e trabalho.
Embora exista desde 1994 esta é a primeira vez que esse prêmio é destinado a uma professora comprometida com o movimento reivindicativo de sua categoria. Evidenciando suas prioridades, esse mesmo prêmio foi antes de mim destinado à Fundação Bradesco, à Fundação Victor Civita (editora Abril), ao Canal Futura (mantido pela Rede Globo) e a empresários da educação. Em categorias diferentes também foram agraciadas com ele corporações como Banco Itaú, Embraer, Natura Cosméticos, McDonald's, Brasil Telecon e Casas Bahia, bem como a políticos tradicionais como Fernando Henrique Cardoso, Pedro Simon, Gabriel Chalita e Marina Silva.
A minha luta é muito diferente dessas instituições, empresas e personalidades. Minha luta é igual a de milhares de professores da rede pública. É um combate pelo ensino público, gratuito e de qualidade, pela valorização do trabalho docente e para que 10% do Produto Interno Bruto seja destinado imediatamente para a educação. Os pressupostos dessa luta são diametralmente diferentes daqueles que norteiam o PNBE. Entidade empresarial fundada no final da década de 1980, esta manteve sempre seu compromisso com a economia de mercado. Assim como o movimento dos professores sou contrária à mercantilização do ensino e ao modelo empreendedorista defendido pelo PNBE. A educação não é uma mercadoria, mas um direito inalienável de todo ser humano. Ela não é uma atividade que possa ser gerenciada por meio de um modelo empresarial, mas um bem público que deve ser administrado de modo eficiente e sem perder de vista sua finalidade.
Oponho-me à privatização da educação, às parcerias empresa-escola e às chamadas “organizações da sociedade civil de interesse público” (Oscips), utilizadas para desobrigar o Estado de seu dever para com o ensino público. Defendo que 10% do PIB seja destinado exclusivamente para instituições educacionais estatais e gratuitas. Não quero que nenhum centavo seja dirigido para organizações que se autodenominam amigas ou parceiras da escola, mas que encaram estas apenas como uma oportunidade de marketing ou, simplesmente, de negócios e desoneração fiscal.
Por essa razão, não posso aceitar esse Prêmio. Aceitá-lo significaria renunciar a tudo por que tenho lutado desde 2001, quando ingressei em uma Universidade pública, que era gradativamente privatizada, muito embora somente dez anos depois, por força da internet, a minha voz tenha sido ouvida, ecoando a voz de milhões de trabalhadores e estudantes do Brasil inteiro que hoje compartilham comigo suas angústias históricas. Prefiro, então, recusá-lo e ficar com meus ideais, ao lado de meus companheiros e longe dos empresários da educação.
Saudações,
Professora Amanda Gurgel

domingo, 3 de julho de 2011

Vida Nova - Manoel Elpídio

Manoel Elpídio, meu primeiro neto com quatro meses de vida. Rafael divide a alegria com o sobrinho tentando entender o seu linguajar.
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