quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

DRUMMOND

Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança
fazendo-a funcionar no limite da exaustão.

Doze meses dão para qualquer ser humano
se cansar e entregar os pontos.

Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez
com outro número e outra vontade de acreditar
que daqui para adiante vai ser diferente.

Para você,
Desejo o sonho realizado.
O amor esperado.
A esperança renovada.

Para você,
Desejo todas as cores desta vida.
Todas as alegrias que puder sorrir.
Todas as músicas que puder emocionar.

Para você neste novo ano,
Desejo que os amigos sejam mais cúmplices,
Que sua família esteja mais unida,
Que sua vida seja mais bem vivida.

Gostaria de lhe desejar tantas coisas.
Mas nada seria suficiente.

Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos.
Desejos grandes e que eles possam te mover a cada minuto,
ao rumo da sua FELICIDADE!

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

GRUPO TERRA - O FILME

Sob a direção do cineastra Pedro da Rocha, foi iniciado o doumentário que irá contar a trajetória do GRUPO TERRA.
Artistas, músicos e compositores, que há época acompanharam as apresentações do Terra, serão convidados a dar depoimentos. 
Dentre êles: Marcondes e Marcos Farias Costa, Joaquim Alves, Cavalcante Barros e outros.

Chico Elpídio, Adel e Pedro da Rocha



Chico Elpídio


quinta-feira, 11 de setembro de 2014

PRESERVAR É PRECISO


Parabéns aos responsáveis pela restauração da ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE MACEIÓ.
Antes: descaso, hoje, uma maravilha de se ver.
Já o ARCEBISPADO ...


segunda-feira, 1 de setembro de 2014

UM DIA ESPECIAL

PARABÉNS BRUNNINHO

Hoje, 1º de setembro é aniversário do meu filho Brunno Torres.
Que Deus continue iluminando o seu caminho.
Parabéns pelo seu companheirismo, sua compreensão, enfim, por você existir;
continue sendo essa pessoa maravilhosa, TE AMO
 

domingo, 24 de agosto de 2014

HISTÓRIAS DO GRUPO TERRA DIFERENTES PALCOS

NONA PARTE
FESTIVAL DE CINEMA DE PENEDO

Contratados pela EMATUR, empresa privada, terceirizada pelo Governo o Estado para produzir o Festival de Cinema de Penedo, o Grupo Terra em data pré-agendada foi contratado para fazer o show de encerramento do referido Festival.
Estavam participando neste ano artista renomados, entre eles, os alagoanos: Jofre Soares, Renée de Vielmont e José Wilker. No dia e hora acordado, estava o GRUPO TERRA no Palco do Cine São Francisco, iniciando o show de encerramento.
O repertório foi preparado especialmente para o evento; até determinado momento sentíamos ser do agrado de todos, conforme a quantidade de palmas que ouvíamos. Após a sétima música, a iluminação era quase apagada e iniciava-se a percussão reproduzindo o som de uma onda morrendo na areia do mar; a seguir, o violão com a introdução e o início da música.

Silêncio total, à música da vez – PREÇE, o primeiro verso:
Chico Elpídio e Teógenes Rocha

“Manhã já vem chegando
O sol se espreguiçando
O dia mal começa andar
Se sopra e o vento é forte
Forte é também seu santo
Nada vai lhe acontecer

Vai jangadeiro vai pro seu mundo
Sol, nuvens, horizonte e um mar profundo a seus pés

No transcurso de uma viagem
Muito sol muita coragem
Num regresso não sei quando e pra que?
Horas que vão decorrendo
E a miséria mal dizendo
Quanta gente espera urgente
Esse sobreviver

Vai jangadeiro vai pro seu mundo...

Nesse momento no silêncio que se fazia, ouve-se lá nas últimas cadeiras:

“Cala boca macaco!”
O silêncio durou pouco, surgiram os primeiros risos, depois ninguém mais conseguia parar de sorrir e nem o Terra conseguia recomeçar a tocar, foi surreal. Olhei para o Zailton Sarmento, que tacava viola ao meu lado, querendo rir também, mais não podia, então e fiz sinal para nos levantarmos e sairmos do palco, logo a seguir nos acompanharam os demais componentes. Não houve mais clima, mesmo com as insistentes cobranças dos diretores da EMATUR, que ameaçavam não efetuar o pagamento firmado em contrato, o fato é que, não retornamos, pois não havia clima e levávamos muito a sério nosso trabalho.
Voltamos à Maceió.
GRUPO TERRA - Festival de Verão em Mal. Deodoro.
Em pé, Marcus Vagareza, ao lado com violão, Chico Elpídio






domingo, 17 de agosto de 2014

HISTÓRIAS DO GRUPO TERRA - OITAVA PARTE

OS ILUSTRES COMPOSITORES

Um pequeno número de compositores cuidadosamente escolhidos compunha para o Grupo Terra:  Paulo Renault Braga Villas Boas, Marcondes Costa, Laérson Luiz, Marcus Antônio (Vagareza) Edson Bezerra, César Rodrigues e Eliezer Setton.
Tive a oportunidade de fazer parcerias com quase todos, a exceção foi Marcus Vagareza.
Com Marcondes Costa, um grande amigo, tinha uma visão peculiar pelo nordeste e devido a essa paixão, sempre trazia temas cuidadosamente produzidos para serem musicados: Meu Nordeste, Os grandes do Baião, Morada Sertaneja, etc.
Edson Bezerra, meu parceiro irmão, com quem tive a oportunidade de compor não só para o Grupo Terra, entretanto, foram inesquecíveis nossas composições: Mundau, Canto do Chão, Limites, Luana e outras;
Paulo Renault, pra mim, inesquecível, grande amigo de uma inteligência rara, com ele compus: E agora cante cantador, Maia Fumaça, Evolução, etc.

Com César Rodrigues, apenas Canto do Chão, infelizmente.

Eliezer Setton, foi convidado para participar do grupo, no lugar do Marcus Vagareza, que estava tendo dificuldades com as cordas vocais e solicitou o seu afastamento por ter decidido ir tentar a vida musical em São Paulo, onde atualmente reside. 
Através amigo Hélvio Villas Boas, irmão do Paulo Renault, conheci Setton e fui logo surpreendido com sua narrativa, ao dizer que tinha assistido a um dos shows do Terra e tinha ficado encantado, sendo seu sonho fazer parte daquele grupo. 
No nosso primeiro encontro me apresentou uma música de sua autoria, DESESPERANÇA, bem no nosso estilo, percebi ao cantarmos, que nossas vozes combinavam, como se não bastasse, ele também compunha, juntando o útil ao agradável, assim sendo, naquele momento o convidei para compor o grupo.
Nossa primeira parceria ocorreu como um teste de fogo. Eu tinha entregue ao Paulo Renault uma música, cujo tema escolhido eram os trens de ferro, que circulavam sertão a dentro, tendo como título, Maria Fumaça, entretanto, já faziam mais de seis meses que a música estava em seu poder e só a primeira parte estava concluída, impaciente, conversei com Paulo e entreguei ao Eliezer para que ele concluísse a parceria.
Na outra semana a letra me foi entregue.
Compomos exclusivamente para o Grupo Terra 06 (seis) músicas: Raízes, Poder é Querer, Serra Pau, Mote e Vida Peregrina, Morada Sertaneja, Maria Fumaça além e outras ainda inéditas.
Chico Elpídio e Eliezer Setton e um show no Teatro do SESI.




quinta-feira, 14 de agosto de 2014

HISTÓRIAS DO GRUPO TERRA - SÉTIMA PARTE

DIFERENTES PALCOS


Edson Bezerra, Jorge Quintella, Chico Elpídio, Zailton Sarmento, Eliezer Setton,
Messias Gancho e Beto Batera. Ginásio do Estadual, dia do estudante.

O cenário artístico cultural alagoano da época, refletia a conjuntura artístico-cultural da cidade: falta de recursos financeiros e espaços, e, somando-se a isso, a também tradicional falta de um público consumidor. Nesse contexto, fazer música era algo extremamente difícil. A produção cultural do Terra, ficava por conta dos próprios componentes: Chico Elpídio, Edson Bezerra, Paulo Renault e posteriormente, Eliezer Setton, compunham, realizavam contatos com a imprensa, alugavam equipamentos de som, transporte, cada um com sua responsabilidade, e mais, ao final de cada show, os próprios músicos desarmavam e desmontavam e transportavam todo o equipamento.

Palavras de Edson Bezerra:
“Ah, hoje está uma maravilha. O pessoal tem uma produção encarregada com o aluguel de som, de realizar contatos com a imprensa, arrumar patrocinadores e até mesmo serviço de palco.”
Em outro momento:
“Tinha vez que a gente não tinha nem vontade de comemorar uma bela apresentação. Quando acabava a gente estava cansado e tinha de arrumar e carregar tudo.”
Sendo uma característica do Grupo, a participação nos movimentos populares, que naqueles anos de abertura política se colocava em oposição à ditadura, durante os anos de existência, o grupo participou de dezenas de shows promovidos pelos movimentos que estravam se estruturando aquela época e eram shows realizados em cima de carrocerias de caminhões e em ginásios esportivos.

No dia primeiro de maio de 1982, o Terra realizou uma dessa apresentações. 
Por convite da Casa do Palácio do Trabalhador, situada no Mercado Público, em cima da carroceria de caminhão, quando foi pela primeira vez executada a música RAÍZES, em homenagem ao exilado político Nilson Miranda, que tinha retornando a Alagoas após longo exilio.



sexta-feira, 11 de julho de 2014

FRAMENTOS DA MEMÓRIA DE UM TEMPO - GRUPO TERRA

RAÍZES, “UM HINO À SUBVERSÃO”
Sexta Parte

De todas as classes artísticas, a dos músicos foi provavelmente, a mais visada e atormentada durante o Regime Militar. Episódios como o da censura sem tréguas às canções de Chico Buarque e os dois exílios de Caetano Veloso e Gilberto Gil, são icônicos no que se refere às perseguições amargadas por artistas brasileiros.
Por aqui, certamente, o fato mais expressivo envolveu o III Festival Universitário de Música e uma composição de Chico Elpídio e Eliezer Setton, então membros do Grupo Terra. 
Raízes virou notícia nacional quando, em 1983, foi o estopim de uma acirrada discussão envolvendo os conselheiros Pompeu de Souza, representante da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e Antônio de Morais, do Conselho federal de Entorpecentes (CONFEN), ambos integrantes do Conselho Superior de Censura (CSC) em Brasília.
A obra de Elpídio e Eliezer foi uma das doze músicas selecionadas no festival, que havia acontecido um ano antes em Alagoas. Todas estavam na pauta daquele 25 de fevereiro, sendo julgadas para a liberação. Juntas, iriam compor o disco produto do festival. A polêmica foi notícia em vários jornais do País, a exemplo do Jornal do Brasil, Folha de são Paulo e A Tarde. “O que chamou a atenção dos jornalistas foi o debate acalorado em torno da música e o fato do Conselheiro da ABI, que estava defendendo a liberação das composições, passar mal e precisar ser socorrido por problemas cardíacos”, lembrou o Eliezer Setton.

“O clima dessa reunião foi bastante tenso a ponto de o representante da ABI. Pompeu de Souza, depois de uma discussão com o Conselheiro Antônio de Morais, do Confem, em torno da música Raízes, de Francisco Elpídio e Eliezer Setton, ter de se retirar para atendimento do serviço médico do Senado”, publicou no dia seguinte à sessão o caderno Ilustrada, da Folha de São Paulo. “O representante do Conselho Federal de Entorpecentes propôs a interdição da música(...) alegando que ela era um hino a subversão”, publicou o Jornal do Brasil.

Já de acordo com o jornal A Tarde, da Bahia, Morais defendeu a manutenção da censura por acreditar que a canção poderia “incitar a juventude contra o regime. “Ele disse querer que aconteça um novo 1964, que “coisas como essa venham provocar um novo golpe e perturbar a abertura.” Segundo o periódico, Pompeu de Souza não resistiu depois de já ter se emocionado ao defender a liberação de uma música de Sérgio Malandro, Vou fazer ginástica. “O representante da ABI votou pela liberação de Raízes e se retirou.”
Segundo a Ilustrada, Pompeu de Souza antes de sair, “observou que o CSC não poderia vetar uma música como Raízes quando o País todo está cantando livremente a composição de Geraldo Vandré, Pra não dizer que não falei de flores.”
Mesmo após tanta contenda, o curioso é que ainda não seria desta vez que Raízes seria liberada. Naquele dia, “das dez músicas em pauta, apenas canto do chão, A matança do boi e Sem remédio e sem doutor (todas do Festival Universitário de Alagoas) e vem fazer ginástica (Sérgio Malandro) foram liberadas. A mais polêmica, Raízes, teve decisão adiada por pedido de vistas pelo representante dos cineastas Geraldo Sobral,” divulgou A Tarde.

O que os membros do Conselho Superior de Censura (CSC) não sabiam é que, secretamente o diretório central dos estudantes da Universidade Federal de Alagoas (DCE – UFAL), responsável pela execução do III Festival Universitário de Música, já havia conseguido a gravação e prensagens dos LPs no estúdio Rozemblit, em Recife.

“Enquanto aguardávamos a decisão do CSC, com muito jeito, conseguimos convencer a Rozemblit a adiantar a prensagem dos discos com o compromisso de só distribuí-los após a liberação da censura, sob pena de prejudicar a empresa. Com os mil discos nas mãos e temendo a sua apreensão, montamos uma verdadeira operação de guerra para transportá-los para Maceió e escondê-los sob o mais absoluto segredo. De tempos em tempos, por segurança, havia uma mudança de esconderijo, e novamente se organizava sigilosamente o transporte dos discos”, falou Edberto Ticianeli, em seu blog ticianeli.blogspot.com.br.

Segundo ele, na época presidente do DCE-UFAL, esse disco é o único LP produzido no Brasil por uma entidade estudantil.” Apenas o Centro Popular de Cultura (CPC), da União Nacional dos Estudantes (UNE), lançou em 1962, um compacto com quatro músicas.”

(O Jornal I, Maceió 20 de outubro de 2012, sábado.)


Raízes

Entrelaço o passado esquecido
Entre o laço do presente recebido
Só não passo adiante
Os passos que eu caminhei
Escolhi me exilar, num mundo só meu, só
Ora volto, pra rever o chão em que nasci,
Oro e volto, pra encontrar a paz que aqui perdi
Cambaleante oscilante, silente, jamais.
Vou de novo gritar, me encontro outra vez na ação.
Repisando o rastro impostamente escondido
Revivendo os fatos que tornaram-me um banido
Começando tudo de onde parei
Sem temer reprisar, a cena do livre opinar
Volto amplamente
Em geral quase irrestrito
Sem deixar que pelo dito
Fique o não dito
Solidário aos que ainda aqui não estão
Volto sim, voto não.
Não sei a quem cabe o perdão.

Como marca deste evento, foi gravado um LP, produzido pelo DCE-UFAL, ficando na memória de todos, que viveram aquele momento único em Alagoas:

Direção de Paulo Pedrosa;
Direção Artística - José Gomes Brandão;
Assistente de Direção – Paulo Pedrosa;
Técnico de Gravação – Jailson Romão;
Mixagem - José G Brandão, Chico Elpídio e Jailson Romão;
Desenho e Arte da Capa – Ênio Lins.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

O BRASIL TEM OS CARROS MAIS CAROS DO MUNDO!

ANALISE E COMPARE:

Corolla da Toyota - 2015
Brasil: R$ R$ 79.9970, 00
EUA: R$ 37.800,00 (U$ 16,800)

Honda Civic - 2014
Brasil: R$ 74.490,00
México R$ 45.540,00
EUA: R$ 41.260,00 (U$ 18.390)

Elantra da Hyundai- 2014
Brasil: R$ 85.200,00
EUA: R$ 40.910,00 (U$ 17.200)

Cruze da Chevrolet - 2014
Brasil: R$ 72.090,00
Chile: R$ 41.200,00
EUA: R$ 39.310,00 (U$ 17.520)

Ford Focus – 2014
Brasil: R$ 61.590,00
EUA: R$ 37.720,00 (U$ 16,810)

Camaro da Chevrolet - 2014
Brasil: R$ 221.990,00
Chile: R$ 108.000,00
EUA: R$ 52.850,00 (U$ 23.555)

PREÇOS ATUALIZADOS EM 14/04/2014
Dados obtidos pelo próprio site das montadoras, links no final do texto.
BRASIL TEM O CARRO MAIS CARO DO MUNDO: http://carros.uol.com.br/album/lucro_brasil_album_album.htm

O PROBLEMA NÃO SÃO SÓ OS IMPOSTOS: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,carro-no-brasil-seria-mais-caro-mesmo-sem-imposto,85197,0.htm

E o absurdo maior acontece com o carro nacional Gol. Fabricado aqui no Brasil com o custo de fabricação de R$ 9.800,00, ele custa para nós brasileiros R$ 39.900,00. Exportamos nosso Gol 1.6 para a Argentina e lá é vendido por R$ 28.426,00. E no México por R$ 27.629,00. Com todo dinheiro que pagamos o Brasil é o país responsável pelo Maior Lucro das Montadoras de Automóveis no mundo: Toyota, Volkswagen, Ford, Chevrolet, Hyndai, Honda, Fiat, etc. De acordo com o próprio site da Volkswagen (link no final do texto).
Preço convertido para nossa moeda.
E NÃO É SÓ ISSO...
Além disso...ainda

- Somos o único país do mundo que ainda fabrica carros com motor 1.0.
- Somos o único país do mundo que fabrica carros sem direção hidráulica.
- Somos o único país tropical do mundo que fabrica carros sem Ar Condicionado.
- Somos o único país do mundo que ainda tem como padrão o câmbio manual (afinal, conforto de câmbio automático é coisa de rico...pelo amor, quanta ignorância).

SOMOS O ÚNICO PAÍS DO MUNDO CUJOS COMPRADORES DE CARROS NOVOS SE CONTENTAM COM VERDADEIRAS CARROÇAS, SEM OPCIONAIS BÁSICOS.

Mas a pergunta que fica é “POR QUE AS MONTADORAS SOBEM O PREÇO DOS CARROS AQUI NO BRASIL?”
A resposta é bem simples: “PORQUE NÓS COMPRAMOS!!!”

Muitas pessoas pensam que é por causa dos impostos e cargas tributárias.
Sim, em parte é verdade. Mas a maior parte da diferença é culpa das montadoras que aumentam o preço aqui no país para obter maior lucro. O chamado LUCRO BRASIL.

MAS AGORA É SUA CHANCE DE MUDAR ESSA SITUAÇÃO. PARTICIPE DA CAMPANHA “NÃO COMPRE CARRO 0 KM EM 2014”.
COMPARTILHE, CHEGA DE SERMOS EXPLORADOS!!!
Fontes:

CHEVROLET: http://www.chevrolet.com.br/carros/camaro.html (Brasil)
CHEVROLET: http://www.chevrolet.cl/ (Chile)
CHEVROLET: http://www.chevrolet.com/camaro-performance-cars.html (USA)
ESTADÃO: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,carro-no-brasil-seria-mais-caro-mesmo-sem-imposto,85197,0.htm
FOLHA: http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/1200992-tendenciasdebates-o-lucro-brasil-das-montadoras.shtml
HONDA: http://www.honda.mx/honda-city/ (México)
HONDA: http://www.honda-automoviles.com.ar/autos/civic2013#precios (Argentina)
HONDA: http://automobiles.honda.com/civic-sedan/ (USA)
UOL: http://carros.uol.com.br/album/lucro_brasil_album_album.htm
TOYOTA: http://www.toyota.com.br/cars/new_cars/catalogo.aspx (Brasil)
TOYOTA: http://www.toyota.com/ (USA)
VOLKSWAGEN Argentina: http://www.volkswagen.com.ar/es/compras-y-financiacion0/precios-vigentes.html
VOLKSWAGEN Brasil: http://ofertas.vw.com.br/sao-paulo-SP
VOLKSWAGEN México: http://www.promocionesvw.mx/
WEBMOTORS: http://revista.webmotors.com.br/mercado/custo-b[cortado pelo WhatsApp]

sexta-feira, 4 de julho de 2014

FRAGMENTOS DA MEMÓRIA DE UM TEMPO -

 GRUPO TERRA
 OS FESTIVAIS DE MÚSICA - Quinta Parte

4. IV Festival de Universitário de Música (DCE – UFAL)

Neste festival, o GrupoTerra defendeu três músicas:
Poder é Querer - Chico Elpídio e Eliezer Setton;
Vielas - Laérson Luís e Chico Elpídio;
Paga Ladrão - Eliezer Setton.

A vencedora deste festival foi a canção “América, uma Canção de Irmãos”, de Edson Bezerra e César Rodrigues;
O segundo lugar, empatados: Pega Ladrão de Eliezer Setton e De Pedra e Pomar de Maria das Graças Monteiro Lins Barbosa (GAL) e Emídio Magalhães;
O terceiro lugar, Poder é Querer, de Chico Elpídio e Eliezer Setton.
A imprensa divulgava e valorizava os Festivais.

 Em 1993, com o surgimento do Canta Nordeste, a música Poder é Querer, foi defendida por Chico Elpídio sendo classificada em segundo lugar, o que possibilitou disputar a finalíssima do festival em Recife representando Alagoas.



Poder é querer

Sem desfazer do que me dizem os ditos memoráveis
De que me vem em mente a mesa posta a dois
Do que me leva a crer no agora sem depois
Sem duvidar do sentimento alheio a vontade
Vontade é grande de sentir e realiza
Milhões de coisas que ficaram por fazer
Edson Bezerra e César Rodrigues em América, Uma Canção de irmãos.
Em segundo plano Paulo Poeta.
Espaço e tempo eu vi passar
Sem contestar sem reagi
De cara em frente ao dedo em riste
Vencido sem lutar sem força sem poder
Agora é tempo de gritar
Agora é tempo de vencer, agora é a vez de decidir
O agora é agora
E o amanhã não tem o que temer
Se morre em pé a vela acesa
Porque é que devo eu me arrastar para viver
Sim vou mudar
De pensamento ideia e vontade
Vou encarar de frente a realidade
Recuperar o tempo todo que eu perdi
Fazer valer de uma vez por todas a verdade
Pra ver se existe um direito de igualdade
Que faça o homem igual ao homem do poder

5. Canta Nordeste

Em 1994, Grupo Terra participa pela primeira vez do Canta Nordeste, festival de música patrocinado pela Rede Globo, aberto a compositores nordestinos.
 A música Serra Pau, composta por Chico Elpídio e Eliezer Setton, sagrou-se campeã da fase alagoana, ganhando o direito de participar da segunda fase em Fortaleza, sendo também classificada para a final em Recife. 
Desse Festival, a Rede Globo lançou o CD CANTA NORDESTE, com as doze músicas classificadas, Serra Pau classificou-se em quinto lugar.

Serra Pau

Velho facão de ponta, ponta em brasa o fole sopra
Queima fere cicatriza, a ferida vai sarar
Gaiola em punho e o chuço, alçapão e emboscada
Ave em tempo de arribada entre as talas vai ficar
E um chapéu de couro, abas largas estrelado
No seu tempo de reinado pertenceu ao capitão – capitão
Caipora, capivara, bicho corre meia noite
Embalado pelo açoite, brisa leve é vendaval
Clarão do dia assusta, salta fora o maribondo
Quem lhe fez na casa um rombo, um calombo vai ganhar,
Transcorre a tarde e o alarde
De fumaça não viu fogo, quebra a banca vira o jogo
No cassino ao fim do sol...
Serra pau, serrador, serra cada qual madeira pro seu senhor
Serra cada qual
Quem quiser brincar de gente, tem que ser mais que doutor
Tem que ser mais que indigente, criatura e criador
Tem que ser indiferente, resistente, sonhador
Tem que ser mais que demente, pra que ature tanta dor
Serra pau, serrador, cada qual é o senhor.
Na igreja o padre reza, sacristão lhe toma o vinho
Os pecados do caminho, penitências vão pagar
Rosário conta a conta, padre nosso Ave Maria
Credo em cruz pra heresia, mês de maio é de oração
E num terreiro ao lado, pai de santo é pai de gente
Cada crença com seu crente, cada deus com seu altar.

domingo, 29 de junho de 2014

DÁ UMA SAUDADE!!!

GRUPO MUSICAL - OS DIAMANTES


Em pé: Índio (sax) - Tony  (baterista) - Zé Paulo (contra baixo - Téogenes Rocha (crooner) - Edson (empresário) - Chico Elpídio (guitarra) Zailton Sarmento (teclado)
Local - Ginásio do SESI/AL

quinta-feira, 26 de junho de 2014

FRAGMENTOS DA MEMÓRIA DE UM TEMPO

PRIMEIRO LP -  Segunda Parte

Por outro lado, o resultado do amadurecimento do grupo, que já havia participado de outros trabalhos musicais decorrentes da participação de festivais, promovidos pelas Rádios Difusora e Gazeta, resultou em 1978, na gravação do primeiro e único LP lançado a nível nacional pela Warner Bandeirantes do Nordeste. Desse disco, duas faixas fizeram parte do LP - O SOM DA TERRA e três foram selecionadas para a trilha sonora de duas novelas da Rede Bandeirantes, respectivamente:
O SOM DA TERRA, em 1981:
Morada Sertaneja (Chico Elpídio, Marcondes Costa, Paulo Renault e Eliezer Setton);
Noite Sertaneja (Marcondes Costa).

O MEU PÉ DE LARANJA LIMA, em 1980:Maria Fumaça - Chico Elpidio, Paulo Renault e Eliezer Setton; Noite Sertaneja - Marcondes Costa. 





ROSA BAIANA, em 1981:
Literatura de Cordel (Marcondes Costa e José Cavalcante).

Gazeta de Alagoas, 28/09/1980

“Após cinco anos de trabalho, resumido em várias horas de ensaio e quatro shows, o Grupo Terra, integrado por músicos alagoanos, consegui gravar seu primeiro LP. A princípio pensou-se numa produção independente, com o disco gravado no Estúdio Clave, em Recife e editado com uma pequena tiragem. O fato é que o som do grupo despertou o interesse da sigla Bandeirantes, e não foi necessário mais que um convite, para o Terra aceitar a gravação de um LP por esta, com a distribuição da WEA. Um fato inédito. Quase sem sair do estado, salvo algumas viagens ao Recife, o grupo está com o disco na praça, e com distribuição em todo o país.”



FRAGMENTOS DA MEMÓRIA DE UM TEMPO - GRUPO TERRA

Primeira Parte

A ideia de criar o Grupo Terra surgiu em 1975, e teve como objetivo realizar pesquisas voltadas para o regionalismo, lutar pela permanência das culturas populares, historicamente soterradas pelas narrativas das elites, e principalmente valorizar os poetas e compositores alagoanos, que tinham como temas: o povo sofrido do campo, as questões políticas, a preservação da nossa história, através da manutenção dos inúmeros prédios antigos, que estavam sendo demolidos, os monumentos, que se encontravam em total abandono e por fim, criar uma identidade cultural, através de uma visão prática a partir do localismo das micronarrativas musicais.
O Grupo Terra apresentou-se pela primeira vez em 1976, no altar do Convento de São Francisco, durante o III Festival de Verão, realizado em Marechal Deodoro. Devido à grande aceitação do público, o entusiasmo e a emoção tomou conta de todos, ficando já, naquele instante, definida a data e o local do próximo ensaio. O tema escolhido para a primeira apresentação: uma reflexão temática sobre o nosso rico folclore, as belezas lacustres e marinhas de Alagoas.
TERRA Á VISTA, foi o nome escolhido para o show, que aconteceu em setembro do mesmo ano, no Sérgio Cardoso, mais conhecido como Teatro de Arena, ficando em cartaz em palcos diversos, até meados de junho de 1978.
Primeiro show do Grupo Terra realizado no altar do Convento de São Francisco em Mal Deodoro.









A música escolhida para abertura, foi de autoria de Marcus Vagareza,

MINHA TERRA

Um pedacinho de terra
Cá do norte do Brasil
Do reisado e do fandango
Da chegança e pastoril
Guerreiro chegou a hora de cantar tua origem, do vermelho e do azul,
Desse céu e desse mar, de Manguaba e Mundau
Sol se pondo na avenida, muito amor no coração,
Muita fé muita coragem pra seguir na procissão,
Minha terra tem coqueiros onde o vento faz canção.”

O TERRA durante a sua existência, contou com quatorze componentes: Chico Elpídio, Zailton Samento, Messias Gancho, Pacuã, Zé Barros, Cláudio Carlos, Beto Batera, Elias, Jorge Quintella, Paulinho, Edson Bezerra, Marcus Vagareza, Eliezer Setton e César Rodrigues, quase todos advindos de bandas musicais da época.

Devido à enorme aceitação de todos que assistiram ao primeiro show, algumas personagens se agregaram à proposta do Grupo Terra, entre esses:
Cavalcante Barros, advogado e jornalista, de grande importância para o grupo, ajudava na divulgação dos eventos e as vezes assumia a posição de empresário; o TERRA incluiu em seu repertório duas músicas de sua autoria, uma delas, Penedo, apresentada pela primeira vez, no palco do Cine São Francisco, em Penedo, no show de encerramento do II Festival de Cinema;
Joaquim Alves, professor universitário e jornalista, era um grande incentivador, sempre divulgou as atividades do grupo e por várias vezes acompanhou as apresentações do Terra pelo interior do estado;
Marcondes Costa, psiquiatra, letrista e poeta, dentre muitas atividades, foi um dos integrantes da vida cultural da cidade se Maceió durante os anos 60, tendo participado de festivais de música daquela época. Marcondes compôs com Chico Elpídio, várias músicas para o Terra, e tinha também como parceiro, Juvenal Lopes, compositor alagoano remanescente de rádio da Difusora de Alagoas durante os anos 50, com várias músicas gravadas por grandes artistas da época.
Marcondes é autor do xote ACORDO ÁS QUATRO, que posteriormente virou hino do Movimento Brasileiro de Alfabetização – MOBRAL, na voz de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião;
Paulo Renault Braga Villa Boas, jovem intelectual com origem no movimento estudantil, advindo daí as suas letras politizadas e engajadas no momento político, mais adiante, Beto Batera e Eliezer Setton, um capítulo à parte, que entraria no lugar de Marcus Vagareza.
Suetônio Sarmento – oriundo do bairro do Prado, marcou época ao convidar jovens compositores, para juntos trocarem ideias e apresentarem suas composições. Sua proposta era de unir artistas de diferentes propostas musicais, sendo bastante exigente com relação a mensagem contida, era defensor das letras de cunho político social.
Justamente essa mistura de músicos de baile e de intelectuais, deram ao Grupo Terra uma identidade híbrida, no sentido de uma percepção, a qual, diferenciada, possibilitaria uma curiosa construção artístico-cultural na apreensão do imaginário alagoano, uma vez que, ao apuro técnico dos músicos se somavam a percepção do clima político daqueles anos de fins da ditadura militar, pois ao redor do grupo, gravitavam alguns intelectuais de diferentes trajetórias.



FRAMENTOS DA MEMÓRIA DE UM TEMPO - GRUPO TERRA

OS FESTIVAIS DE MÚSICA - Quarta Parte

3. III Festival Universitário de Música (DCE-UFAL)

Realizado em 1983, produzido pelo DCE-UFAL, o III FUM foi um evento que marcou os festivais de músicas em Alagoas.
Vindo mais estruturados de outros festivais, os integrantes do Terra estando atentos aos movimentos populares, que naqueles anos de abertura política se colocavam em oposição à ditadura, resolveu investir em músicas em forma de um hino revolucionário, que apresentasse uma linha de radicalidade do protesto político, ou seja, um reflexo dos movimentos sociais em torno da bandeira da Anistia dos presos políticos, com esse intuito, duas músicas foram cuidadosamente elaboradas: Canto Chão e Raízes.
Canto do Chão, com letra de Edson Bezerra e musicada por Chico Elpídio e César Rodrigues, foi muito trabalhosa, devido a ideia inicial de compor uma música com ritmos variados e que de cara atraísse à atenção não só dos jurados, mas também de quem a ouvisse pela primeira vez, entretanto, existia um obstáculo a ser vencido antes de participar do festival: se adequar às condições da censura, e foi o que aconteceu.
Após o envio das letras para a devida análise da DPF, cinco músicas foram censuradas, sendo necessário negociações dos autores para a liberação das letras das seguintes músicas:

Canto do Chão – Chico Elpidio, César Rodrigues e Edson Bezerra;
Raízes – Chico Elpídio e Eliezer Setton;
Matança do Boi – Antônio Carlos;
Sem remédio e Sem Doutor – Macléim Damaceno;
Renegados – José Gomes Brandão.

Ato contínuo, Edson Bezerra foi convocado para uma audiência no departamento de Polícia Federal/AL, para explicar a letra e modificar algumas frases que, segundo o sensor, eram impróprias naquele momento:

“Passado o susto, quando lá cheguei, fui surpreendido por um senhor gentil, de nome Arivaldo. Logo após me convidar para sentar, o senhor retirou da gaveta minha letra e disse: Ô rapaz, eu queria lhe propor algumas mudanças nesta letra, afinal ela está muito bonita, mas tem umas passagens que não vai dá pra passar. Por exemplo, por que em vez de cor vermelha, você não substitui por cor alegre e em vez de batalhão, outra palavra? E também esta coisa de guerrilha, não dá de jeito algum. Vá para casa, dê uma olhada no que você acha que pode mudar e depois volte,” disse Edson Bezerra.

CANTO DO CHÃO (1º lugar)

Terra do sol, liberdade e ouro
Há de haver aqui, vamos desbravar.
Terra de sal, caminho de gente
Berço de manhãs, muita alegria ainda nascerá aqui.
Sempre é hora de plantar na terra,
O que o fruto traz, construir na luta.
A doce labuta de quebrar os muros
Cantar o mesmo canto, beber do mesmo fel.
Nas manhãs banhar o corpo a sol e sal,
Caminhar nas ruas sempre a libertar
O grito contido, o amor escondido,
Em corações e em gerações.

Trazer no corpo o cansaço
No peito as emoções,
De fazermos sempre um gesto forte em cada mão
Seremos raça e força que arrasta multidões
E olha que esse tempo vem,
De uma cor alegra (vermelha) cor do coração
Seremos um só povo um só mutirão
Teremos terra e trigo sorrisos e canções
E entre palmeiras, vilas e ruas,
Nossos corpo cansados irão repousar.
Latinamente ser, livremente estar
Brasileiramente amar, amar

E ouça lá companheiro e amigo, não espera vem,
Já se toca o sino, já se entoam tantos hinos.
Viva a grande pátria, ò doce mãe gentil.
Terra de sol, terra de sal, terra do mar de anil.
Latinamente ser, livremente está, brasileiramente.







GRUPO TERRA

Foto histórica do Grupo Terra ensaiando.
Presentes além dos efetivos do Grupo, neste show tivemos a participação do nosso amigo Jiuliano Gomes e a estréia do mais novo integrante, Eliezer Setton, ainda magrinho.


quinta-feira, 19 de junho de 2014

FRAGMENTOS DA MEMÓRIA DE UM TEMPO

OS FESTIVAIS DE MÚSICA - Terceira Parte

1. II Festival do Compositor Alagoano
Realizado em 1978, produzido pelos radialistas Haroldo Miranda e Floracy Cavalcante, o Grupo obteria o primeiro lugar com a música Pássaro de Prata, composta por Carlos Moura e Edson Bezerra, a qual daria o nome ao LP do Festival - Pássaro de Prata; outras três músicas também defendidas pelo Terra, foram classificadas:
Preto Velho (Laérson Luiz);
Acordo às quatro (Marcondes Costa);
Agora Cante Cantador (Chico Elpidio e Paulo Renault).
Esse disco foi gravado nos estúdios da própria RDA, em quatro canais, sendo responsável pelo playback e mixagem, o talentoso Francisco de Magalhães Junior.

Pássaro de Prata

Tenho um pássaro de prata numa gaiola de metal
Quero um dia que ele voe por toda América do Sul
O seu canto é uma balada clamando por super-heróis
Esperando a madrugada já é hora de nascer
Grito por todos os homens de toda a América do Sul
De Tiradentes a Bolívar que de novo vão nascer
Grite eu quero ver toda a gente todo o povo se irmanar
Sem sangue com a glória nas mãos
Crianças, mulheres, homens, senhoras
Cantigas de roda, canção de ninar.
Fazendo da história um verso
Invertendo o processo e surgir
O nascer, o viver, o chorar, o correr, o sorrir
Todos não apenas alguns.

2. I Festival Alagoano da Canção Nordestina
Realizado em 1979, cujas músicas classificadas foram gravadas no LP TERRA DA GENTE. O destaque desse festival, além das músicas, foi o jurado cuidadosamente escolhido pelo radialista Edécio Lopes: Guio de Moraes - maestro, Carmélia Alves - cantora, Onildo Almeida – compositor, Claudionor Germano - cantor, Aldemar Paiva - jornalista, Raimundo Campos - pesquisador, Romildo Freitas - radialista, Claudemir Araújo - jornalista e Jovelino Lima - maestro.

O TERRA classificaria nesse festival quatro músicas:
Desesperança (Eliezer Setton);
Chão Quente (Marcondes Costa e Juvenal Lopes);
Festa na Roça (Marcus Antônio M de Barros);
Meu Sertão (José Cavalcante dos Reis e Marcondes Costa).
O disco nominado TERRA DA GENTE, foi produzido pela Rádio Gazeta de Alagoas e gravado na CACTUS em Recife, tendo a coordenação artística do maestro Ivanildo Rafael, direção e produção de Claudionor Germano com direção geral de Edécio Lopes.

As músicas citadas podem ser ouvidas e para dowload, no blog chicoelpidio.blogspot.com

domingo, 11 de maio de 2014

MÃE É PRA SEMPRE

                                                                                                                               

Professora Guiomar de Gouveia Bezerra, aos 93 anos de idade.
"A DISTÂNCIA PODE CAUSAR SAUDADE, NUNCA O ESQUECIMENTO."


NOVIDADES CONHECIDAS - LARA MELO