quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

DRUMMOND

Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança
fazendo-a funcionar no limite da exaustão.

Doze meses dão para qualquer ser humano
se cansar e entregar os pontos.

Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez
com outro número e outra vontade de acreditar
que daqui para adiante vai ser diferente.

Para você,
Desejo o sonho realizado.
O amor esperado.
A esperança renovada.

Para você,
Desejo todas as cores desta vida.
Todas as alegrias que puder sorrir.
Todas as músicas que puder emocionar.

Para você neste novo ano,
Desejo que os amigos sejam mais cúmplices,
Que sua família esteja mais unida,
Que sua vida seja mais bem vivida.

Gostaria de lhe desejar tantas coisas.
Mas nada seria suficiente.

Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos.
Desejos grandes e que eles possam te mover a cada minuto,
ao rumo da sua FELICIDADE!

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

GRUPO TERRA - O FILME

Sob a direção do cineastra Pedro da Rocha, foi iniciado o doumentário que irá contar a trajetória do GRUPO TERRA.
Artistas, músicos e compositores, que há época acompanharam as apresentações do Terra, serão convidados a dar depoimentos. 
Dentre êles: Marcondes e Marcos Farias Costa, Joaquim Alves, Cavalcante Barros e outros.

Chico Elpídio, Adel e Pedro da Rocha



Chico Elpídio


sexta-feira, 31 de outubro de 2014

BRINCADEIRA TEM HORA!

A Diretoria do SINDICONTAS e todos os servidores foram tomados de surpresa com a publicação no Diário Eletrônico do Tribunal da aprovação das RESOLUÇÕES NORMATIVAS Nº 003/2014 e Nº 004/2014 que REGULAMENTAM, respectivamente, A ASSISTÊNCIA À SAÚDE e A CONCESSÃO DO AUXÍLIO-MORADIA NO ÂMBITO DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE ALAGOAS, que beneficia os Conselheiros do Tribunal e integrantes do Ministério Público de Contas.
Um péssimo exemplo para uma instituição que não está cumprindo o seu papel constitucional, e para todo o quadro de servidores, que recebe subsídios defasados, sendo corrigidos apenas com a reposição da inflação do período. Convém destacar, que desde o início desse ano, aguardamos ansiosos o envio de um Projeto de Lei a Assembleia Legislativa, instituindo o Vale Alimentação e Transporte, já existente em outros Tribunais, bastante diferente da situação, que ora beneficia os Conselheiros e Integrantes do MPC, que rapidamente se reuniram para analisar e recomendar a aprovação do auxílio-moradia.

Observem o que espelha a Resolução nº 003 e 004/2014:

“CONSIDERANDO que no Estado de” Alagoas não há residência oficial à disposição dos Conselheiros do Tribunal de Contas, Procuradores do Ministério Público de Contas e Auditores que substituem Conselheiro; CONSIDERANDO que diversos Tribunais de Contas já pagam regularmente aos seus Conselheiros, Procuradores do Ministério Público e Auditores que substituem Conselheiro auxílio-moradia, em valor equivalente, a exemplo dos Tribunais de Contas do Estado de Santa Catarina e do Mato Grosso;”

RESOLVE:

Art. 4º O auxílio-moradia não será concedido e deverá ter o seu pagamento cessado quando o beneficiário:
I – estiver aposentado ou em disponibilidade por força de sanção disciplinar;
II – estiver afastado ou licenciado, sem a percepção de subsídio;
III – seu cônjuge ou companheiro ocupar imóvel funcional ou perceber o auxílio- moradia na mesma localidade.
Art. 5º A efetivação do pagamento deverá ocorrer mediante requerimento do interessado contendo, ao menos:
I – a localidade da residência;
II – a declaração de que não incorre em nenhuma das vedações previstas nos arts. 1ª e 4º desta Resolução Normativa;
III – o compromisso de que comunicará imediatamente à Presidência do Tribunal de Contas se vier a incorrer em alguma das vedações à percepção do auxílio-moradia.
Art. 6º A percepção da ajuda de custo para moradia não prejudica o recebimento de outras vantagens cabíveis e previstas em lei ou regulamento.
Art. 7º O Presidente do Tribunal de Contas deverá atualizar o valor do auxílio-moradia, mediante Portaria, de acordo com as futuras variações dessa vantagem, em caráter nacional, no âmbito do Poder Judiciário e do Ministério Público.
Com exceção do Conselheiro Anselmo Brito, os demais Conselheiros residem em Maceió, situação idêntica ocorre com os Procuradores do Ministério Público de Contas.
Resolução nº 004/2014, eis o mais importante.

CONSIDERANDO que diversos Tribunais de Contas e do Poder Judiciário, além do Ministério Público, já custeiam regularmente aos seus membros o benefício de plano de assistência médico-social;

RESOLVE:

Art. 1° A assistência à saúde das autoridades e de seus dependentes e pensionistas civis será prestada na forma estabelecida nesta Resolução e terá como diretriz básica o implemento de ações preventivas voltadas para a promoção da saúde.
Parágrafo único.
Para os efeitos desta Resolução, consideram-se dependentes:
I – cônjuge;
II – companheiro (a) designado (a) que comprove união estável como entidade familiar;
III – filhos não emancipados, de qualquer condição, ou enteados, menores de 18 anos;
IV – filhos de qualquer idade, quando portadores de necessidades especiais, ou inválidos, enquanto durar a invalidez;
V – filhos solteiros com idade entre 18 (dezoito) e 24 (vinte e quatro) anos, com rendimentos próprios de até 2 (dois) salários mínimos, comprovadamente estudantes;
VI – genitores, desde que comprovada a dependência econômica e que a renda individual ou do casal seja inferior a 2 (dois) salários mínimos;
VII – menor sob tutela ou guarda judicial; VIII - o irmão solteiro, sem economia própria, que seja portador de necessidades especiais ou interditado por alienação mental.
E nós servidores como ficamos?

Todo Estado de Alagoas tem acompanhado que o Tribunal de Contas está longe de merecer os aplausos da sociedade alagoana. Basta observar as informações veiculadas na imprensa sobre a “não” realização das sessões ordinárias, devido à ausência de Conselheiros no Pleno de TCE; as raras inspeções “in loco” realizadas nas Administrações Diretas e Indiretas, bem como nas Prefeituras Municipais, e como prêmio receber as vantagens espelhadas nas Resoluções 003 e 004 de 2014.
É nesse sentido, que nós servidores do Tribunal de Contas, devemos sempre ir em busca dos nossos direitos: PCCS, ENQUADRAMENTOS, ABONO PERMANENCIA, REPASSE DA REPOSIÇÃO DA INFLAÇÃO AOS APOSENTADOS, assim sendo conclamamos a todos para que reflitam:

“Não acredite em algo simplesmente porque ouviu.
Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito.
Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos.
Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade.
Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.
Mas depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão, e que conduz ao bem e beneficio de todos, aceite-o e viva-o.”

Francisco Elpídio
Presidente do SINDICONTAS/AL
O Sindicato dos Trabalhadores do Tribunal de Contas do Estado de Alagoas (Sindicontas), reagiu...
EXTRALAGOAS.COM.BR|POR VG WEB - AGÊNCIA DIGITAL - HTTP://WWW.VGWEB.COM.BR

terça-feira, 28 de outubro de 2014

PODE SER ATÉ LEGAL, ENTRETANTO!

A Diretoria do SINDICONTAS foi tomada de surpresa com a aprovação do Projeto de Resolução Normativa, que beneficia os Conselheiros do Tribunal e integrantes do Ministério Público de Contas, com auxilio moradia no valor de R$ 4.377,73.
Um péssimo exemplo para uma instituição que não está cumprindo o seu papel constitucional, e para todo o quadro de servidores, que recebe subsídios defasados, sendo corrigidos apenas com a reposição da inflação do período. Convém destacar, que desde o início desse ano, os servidores aguardam ansiosos o envio de um Projeto de Lei a Assembleia Legislativa, instituindo o Vale Alimentação já existente em outros Tribunais, bastante diferente da situação, que ora beneficia os Conselheiros e Integrantes do MPC, que rapidamente se reuniram para analisar e recomendar a aprovação do auxílio-moradia. 
Como todo Estado de Alagoas tem acompanhado, o Tribunal de Contas está longe de merecer os aplausos da sociedade alagoana, basta observar as informações veiculadas na imprensa sobre a “não” realização das sessões ordinárias, devido à ausência de Conselheiros no Pleno de TCE. 

Francisco Elpídio de Gouveia Bezerra
Presidente do SINDICONTAS/AL

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

GESTÃO RESPONSÁVEL

Servidores do Tribunal de Contas comemoram o primeiro ano de atividades do PILATES.
Um investimento do SINDICONTAS para satisfação de seus associados.
Participe, faça parte dessa família.
"JUNTOS SEREMOS MAIS FORTES!"

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

PRESERVAR É PRECISO


Parabéns aos responsáveis pela restauração da ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE MACEIÓ.
Antes: descaso, hoje, uma maravilha de se ver.
Já o ARCEBISPADO ...


segunda-feira, 1 de setembro de 2014

UM DIA ESPECIAL

PARABÉNS BRUNNINHO

Hoje, 1º de setembro é aniversário do meu filho Brunno Torres.
Que Deus continue iluminando o seu caminho.
Parabéns pelo seu companheirismo, sua compreensão, enfim, por você existir;
continue sendo essa pessoa maravilhosa, TE AMO
 

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

SERVIDORES DO TRIBUNAL DE CONTAS

A PAZ QUE EU PRECISO TER!

video

Recanto destinado ao lazer dos servidores do Tribunal de Contas.
Na segunda semana de setembro, terá inicio o campeonato interno dos servidores sindicalizados, sob a direção do Diretor de Esporte José Daniel.
SEJA SÓCIO, APROVEITE.

domingo, 24 de agosto de 2014

HISTÓRIAS DO GRUPO TERRA DIFERENTES PALCOS

NONA PARTE
FESTIVAL DE CINEMA DE PENEDO

Contratados pela EMATUR, empresa privada, terceirizada pelo Governo o Estado para produzir o Festival de Cinema de Penedo, o Grupo Terra em data pré-agendada foi contratado para fazer o show de encerramento do referido Festival.
Estavam participando neste ano artista renomados, entre eles, os alagoanos: Jofre Soares, Renée de Vielmont e José Wilker. No dia e hora acordado, estava o GRUPO TERRA no Palco do Cine São Francisco, iniciando o show de encerramento.
O repertório foi preparado especialmente para o evento; até determinado momento sentíamos ser do agrado de todos, conforme a quantidade de palmas que ouvíamos. Após a sétima música, a iluminação era quase apagada e iniciava-se a percussão reproduzindo o som de uma onda morrendo na areia do mar; a seguir, o violão com a introdução e o início da música.

Silêncio total, à música da vez – PREÇE, o primeiro verso:
Chico Elpídio e Teógenes Rocha

“Manhã já vem chegando
O sol se espreguiçando
O dia mal começa andar
Se sopra e o vento é forte
Forte é também seu santo
Nada vai lhe acontecer

Vai jangadeiro vai pro seu mundo
Sol, nuvens, horizonte e um mar profundo a seus pés

No transcurso de uma viagem
Muito sol muita coragem
Num regresso não sei quando e pra que?
Horas que vão decorrendo
E a miséria mal dizendo
Quanta gente espera urgente
Esse sobreviver

Vai jangadeiro vai pro seu mundo...

Nesse momento no silêncio que se fazia, ouve-se lá nas últimas cadeiras:

“Cala boca macaco!”
O silêncio durou pouco, surgiram os primeiros risos, depois ninguém mais conseguia parar de sorrir e nem o Terra conseguia recomeçar a tocar, foi surreal. Olhei para o Zailton Sarmento, que tacava viola ao meu lado, querendo rir também, mais não podia, então e fiz sinal para nos levantarmos e sairmos do palco, logo a seguir nos acompanharam os demais componentes. Não houve mais clima, mesmo com as insistentes cobranças dos diretores da EMATUR, que ameaçavam não efetuar o pagamento firmado em contrato, o fato é que, não retornamos, pois não havia clima e levávamos muito a sério nosso trabalho.
Voltamos à Maceió.
GRUPO TERRA - Festival de Verão em Mal. Deodoro.
Em pé, Marcus Vagareza, ao lado com violão, Chico Elpídio






quinta-feira, 21 de agosto de 2014

GENTILEZA GERA GENTILEZA

Pessoas gentis não aceitam maus-tratos.
Ser gentil não é "engolir sapos" nem "levar desaforos para casa".
Ser gentil é saber que "gentileza gera gentileza", assim como "aspereza gera aspereza".
Se alguém foi áspero contigo, seja gentil com ele, e quebre uma cadeia de agressividade.
Ser gentil é saber colocar-se no lugar do outro para encontrar a melhor forma de responder a uma indelicadeza, sem ser indelicado, mas deixando claro que não gosta de ser tratado de tal forma.
Ser gentil é saber expor sentimentos, elogiar.
É descobrir que elogios existem para ser usados.
É reparar nas qualidades das pessoas que estão ao nosso redorÉ dizer para elas que estamos prestando atenção nos seus pequenos atos, e que as coisas positivas que elas fazem sãio muito importante para nós.
Assim como devemos dar apoio para que os erros possam ser corrigidos, devemos dar valor para as coisas positivas.
Não elogie por elogiar: seja sincero. Entretanto, não fique esperando para fazer um elogio: aprenda a descobrir qualidades."
A DIRETORIA DO SINDICONTAS agradeçe ao Conselheiro Anselmo Brito, a atenção para com os servidores do Tribunal de Contas. Nos referimos ao convite encaminhado ao ilustre Conselheiro, convidando-o para com os servidores comemorar o dia dos pais no Clube do SINDICONTAS.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

ASSEMBLÉIA DO SINDICONTAS - AL

Em assembléia ocorrida no dia 12 de agosto no auditório Jorge Assunção, os servidores do Tribunal de Contas, tomaram conhecimento das providências adotadas pela direção do Sindicontas, no que se refere a não implantação do Abono Permenência, pelo Presidente da Corte de Contas, Dr. Cícero Amélio, indo de encontro a Emenda Constitucional nº 20/98, §1º de seu art. 3º, e do andamento das Ações impetradas em benefício dos servidores. 
Foi tema de discussão o não cumprimento ao MANDADO DE SEGURANÇA nº 0000680-52.2003.8.02.0000.90015, cujo Relator foi o desembargador TUTMÉS AIRAN DE ALBUQUERQUE MELO, tendo como impetrante a servidora AFRÂNIA MEDEIROS COSTA LESSA E OUTROS.
Eis a decisão:"Pelo exposto,defiro o pedido de fls. 602 - 603, e determino ao impetrado que cumpra o acórdão 5.0024/2006 (fls. 441 - 444), conciliando tal cumprimento com a decisão do STF no RE 563.708/MS, levando em consideração o seu provimento parcial."

Chico Elpídio (em pé), Bida Guabiraba, Francisco de Assis e Marlene Couto

Auditório Jorge Assunção - TCE


domingo, 17 de agosto de 2014

HISTÓRIAS DO GRUPO TERRA - OITAVA PARTE

OS ILUSTRES COMPOSITORES

Um pequeno número de compositores cuidadosamente escolhidos compunha para o Grupo Terra:  Paulo Renault Braga Villas Boas, Marcondes Costa, Laérson Luiz, Marcus Antônio (Vagareza) Edson Bezerra, César Rodrigues e Eliezer Setton.
Tive a oportunidade de fazer parcerias com quase todos, a exceção foi Marcus Vagareza.
Com Marcondes Costa, um grande amigo, tinha uma visão peculiar pelo nordeste e devido a essa paixão, sempre trazia temas cuidadosamente produzidos para serem musicados: Meu Nordeste, Os grandes do Baião, Morada Sertaneja, etc.
Edson Bezerra, meu parceiro irmão, com quem tive a oportunidade de compor não só para o Grupo Terra, entretanto, foram inesquecíveis nossas composições: Mundau, Canto do Chão, Limites, Luana e outras;
Paulo Renault, pra mim, inesquecível, grande amigo de uma inteligência rara, com ele compus: E agora cante cantador, Maia Fumaça, Evolução, etc.

Com César Rodrigues, apenas Canto do Chão, infelizmente. 

Eliezer Setton, foi convidado para participar do grupo, no lugar do Marcus Vagareza, que estava tendo dificuldades com as cordas vocais e solicitou o seu afastamento por ter decidido ir tentar a vida musical em São Paulo, onde atualmente reside. 
Através amigo Hélvio Villas Boas, irmão do Paulo Renault, conheci Setton e fui logo surpreendido com sua narrativa, ao dizer que tinha assistido a um dos shows do Terra e tinha ficado encantado, sendo seu sonho fazer parte daquele grupo. 
No nosso primeiro encontro me apresentou uma música de sua autoria, DESESPERANÇA, bem no nosso estilo, percebi ao cantarmos, que nossas vozes combinavam, como se não bastasse, ele também compunha, juntando o útil ao agradável, assim sendo, naquele momento o convidei para compor o grupo.
Nossa primeira parceria ocorreu como um teste de fogo. Eu tinha entregue ao Paulo Renault uma música, cujo tema escolhido eram os trens de ferro, que circulavam sertão a dentro, tendo como título, Maria Fumaça, entretanto, já faziam mais de seis meses que a música estava em seu poder e só a primeira parte estava concluída, impaciente, conversei com Paulo e entreguei ao Eliezer para que ele concluísse a parceria.
Na outra semana a letra me foi entregue.
Compomos exclusivamente para o Grupo Terra 06 (seis) músicas: Raízes, Poder é Querer, Serra Pau, Mote e Vida Peregrina, Morada Sertaneja, Maria Fumaça além e outras ainda inéditas.
Chico Elpídio e Eliezer Setton e um show no Teatro do SESI.




O TALENTO - EDSON BEZERRA

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O prazer de ouvir o trabalho autoral de um grande compositor e intérprete alagoano.
F E I T I Ç O S

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

HISTÓRIAS DO GRUPO TERRA - SÉTIMA PARTE

DIFERENTES PALCOS


Edson Bezerra, Jorge Quintella, Chico Elpídio, Zailton Sarmento, Eliezer Setton,
Messias Gancho e Beto Batera. Ginásio do Estadual, dia do estudante.

O cenário artístico cultural alagoano da época, refletia a conjuntura artístico-cultural da cidade: falta de recursos financeiros e espaços, e, somando-se a isso, a também tradicional falta de um público consumidor. Nesse contexto, fazer música era algo extremamente difícil. A produção cultural do Terra, ficava por conta dos próprios componentes: Chico Elpídio, Edson Bezerra, Paulo Renault e posteriormente, Eliezer Setton, compunham, realizavam contatos com a imprensa, alugavam equipamentos de som, transporte, cada um com sua responsabilidade, e mais, ao final de cada show, os próprios músicos desarmavam e desmontavam e transportavam todo o equipamento.

Palavras de Edson Bezerra:
“Ah, hoje está uma maravilha. O pessoal tem uma produção encarregada com o aluguel de som, de realizar contatos com a imprensa, arrumar patrocinadores e até mesmo serviço de palco.”
Em outro momento:
“Tinha vez que a gente não tinha nem vontade de comemorar uma bela apresentação. Quando acabava a gente estava cansado e tinha de arrumar e carregar tudo.”
Sendo uma característica do Grupo, a participação nos movimentos populares, que naqueles anos de abertura política se colocava em oposição à ditadura, durante os anos de existência, o grupo participou de dezenas de shows promovidos pelos movimentos que estravam se estruturando aquela época e eram shows realizados em cima de carrocerias de caminhões e em ginásios esportivos.

No dia primeiro de maio de 1982, o Terra realizou uma dessa apresentações. 
Por convite da Casa do Palácio do Trabalhador, situada no Mercado Público, em cima da carroceria de caminhão, quando foi pela primeira vez executada a música RAÍZES, em homenagem ao exilado político Nilson Miranda, que tinha retornando a Alagoas após longo exilio.



sexta-feira, 11 de julho de 2014

FRAMENTOS DA MEMÓRIA DE UM TEMPO - GRUPO TERRA

RAÍZES, “UM HINO À SUBVERSÃO”
Sexta Parte

De todas as classes artísticas, a dos músicos foi provavelmente, a mais visada e atormentada durante o Regime Militar. Episódios como o da censura sem tréguas às canções de Chico Buarque e os dois exílios de Caetano Veloso e Gilberto Gil, são icônicos no que se refere às perseguições amargadas por artistas brasileiros.
Por aqui, certamente, o fato mais expressivo envolveu o III Festival Universitário de Música e uma composição de Chico Elpídio e Eliezer Setton, então membros do Grupo Terra. 
Raízes virou notícia nacional quando, em 1983, foi o estopim de uma acirrada discussão envolvendo os conselheiros Pompeu de Souza, representante da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e Antônio de Morais, do Conselho federal de Entorpecentes (CONFEN), ambos integrantes do Conselho Superior de Censura (CSC) em Brasília.
A obra de Elpídio e Eliezer foi uma das doze músicas selecionadas no festival, que havia acontecido um ano antes em Alagoas. Todas estavam na pauta daquele 25 de fevereiro, sendo julgadas para a liberação. Juntas, iriam compor o disco produto do festival. A polêmica foi notícia em vários jornais do País, a exemplo do Jornal do Brasil, Folha de são Paulo e A Tarde. “O que chamou a atenção dos jornalistas foi o debate acalorado em torno da música e o fato do Conselheiro da ABI, que estava defendendo a liberação das composições, passar mal e precisar ser socorrido por problemas cardíacos”, lembrou o Eliezer Setton.

“O clima dessa reunião foi bastante tenso a ponto de o representante da ABI. Pompeu de Souza, depois de uma discussão com o Conselheiro Antônio de Morais, do Confem, em torno da música Raízes, de Francisco Elpídio e Eliezer Setton, ter de se retirar para atendimento do serviço médico do Senado”, publicou no dia seguinte à sessão o caderno Ilustrada, da Folha de São Paulo. “O representante do Conselho Federal de Entorpecentes propôs a interdição da música(...) alegando que ela era um hino a subversão”, publicou o Jornal do Brasil.

Já de acordo com o jornal A Tarde, da Bahia, Morais defendeu a manutenção da censura por acreditar que a canção poderia “incitar a juventude contra o regime. “Ele disse querer que aconteça um novo 1964, que “coisas como essa venham provocar um novo golpe e perturbar a abertura.” Segundo o periódico, Pompeu de Souza não resistiu depois de já ter se emocionado ao defender a liberação de uma música de Sérgio Malandro, Vou fazer ginástica. “O representante da ABI votou pela liberação de Raízes e se retirou.”
Segundo a Ilustrada, Pompeu de Souza antes de sair, “observou que o CSC não poderia vetar uma música como Raízes quando o País todo está cantando livremente a composição de Geraldo Vandré, Pra não dizer que não falei de flores.”
Mesmo após tanta contenda, o curioso é que ainda não seria desta vez que Raízes seria liberada. Naquele dia, “das dez músicas em pauta, apenas canto do chão, A matança do boi e Sem remédio e sem doutor (todas do Festival Universitário de Alagoas) e vem fazer ginástica (Sérgio Malandro) foram liberadas. A mais polêmica, Raízes, teve decisão adiada por pedido de vistas pelo representante dos cineastas Geraldo Sobral,” divulgou A Tarde.

O que os membros do Conselho Superior de Censura (CSC) não sabiam é que, secretamente o diretório central dos estudantes da Universidade Federal de Alagoas (DCE – UFAL), responsável pela execução do III Festival Universitário de Música, já havia conseguido a gravação e prensagens dos LPs no estúdio Rozemblit, em Recife.

“Enquanto aguardávamos a decisão do CSC, com muito jeito, conseguimos convencer a Rozemblit a adiantar a prensagem dos discos com o compromisso de só distribuí-los após a liberação da censura, sob pena de prejudicar a empresa. Com os mil discos nas mãos e temendo a sua apreensão, montamos uma verdadeira operação de guerra para transportá-los para Maceió e escondê-los sob o mais absoluto segredo. De tempos em tempos, por segurança, havia uma mudança de esconderijo, e novamente se organizava sigilosamente o transporte dos discos”, falou Edberto Ticianeli, em seu blog ticianeli.blogspot.com.br.

Segundo ele, na época presidente do DCE-UFAL, esse disco é o único LP produzido no Brasil por uma entidade estudantil.” Apenas o Centro Popular de Cultura (CPC), da União Nacional dos Estudantes (UNE), lançou em 1962, um compacto com quatro músicas.”

(O Jornal I, Maceió 20 de outubro de 2012, sábado.)


Raízes

Entrelaço o passado esquecido
Entre o laço do presente recebido
Só não passo adiante
Os passos que eu caminhei
Escolhi me exilar, num mundo só meu, só
Ora volto, pra rever o chão em que nasci,
Oro e volto, pra encontrar a paz que aqui perdi
Cambaleante oscilante, silente, jamais.
Vou de novo gritar, me encontro outra vez na ação.
Repisando o rastro impostamente escondido
Revivendo os fatos que tornaram-me um banido
Começando tudo de onde parei
Sem temer reprisar, a cena do livre opinar
Volto amplamente
Em geral quase irrestrito
Sem deixar que pelo dito
Fique o não dito
Solidário aos que ainda aqui não estão
Volto sim, voto não.
Não sei a quem cabe o perdão.

Como marca deste evento, foi gravado um LP, produzido pelo DCE-UFAL, ficando na memória de todos, que viveram aquele momento único em Alagoas:

Direção de Paulo Pedrosa;
Direção Artística - José Gomes Brandão;
Assistente de Direção – Paulo Pedrosa;
Técnico de Gravação – Jailson Romão;
Mixagem - José G Brandão, Chico Elpídio e Jailson Romão;
Desenho e Arte da Capa – Ênio Lins.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

O BRASIL TEM OS CARROS MAIS CAROS DO MUNDO!

ANALISE E COMPARE:

Corolla da Toyota - 2015
Brasil: R$ R$ 79.9970, 00
EUA: R$ 37.800,00 (U$ 16,800)

Honda Civic - 2014
Brasil: R$ 74.490,00
México R$ 45.540,00
EUA: R$ 41.260,00 (U$ 18.390)

Elantra da Hyundai- 2014
Brasil: R$ 85.200,00
EUA: R$ 40.910,00 (U$ 17.200)

Cruze da Chevrolet - 2014
Brasil: R$ 72.090,00
Chile: R$ 41.200,00
EUA: R$ 39.310,00 (U$ 17.520)

Ford Focus – 2014
Brasil: R$ 61.590,00
EUA: R$ 37.720,00 (U$ 16,810)

Camaro da Chevrolet - 2014
Brasil: R$ 221.990,00
Chile: R$ 108.000,00
EUA: R$ 52.850,00 (U$ 23.555)

PREÇOS ATUALIZADOS EM 14/04/2014
Dados obtidos pelo próprio site das montadoras, links no final do texto.
BRASIL TEM O CARRO MAIS CARO DO MUNDO: http://carros.uol.com.br/album/lucro_brasil_album_album.htm

O PROBLEMA NÃO SÃO SÓ OS IMPOSTOS: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,carro-no-brasil-seria-mais-caro-mesmo-sem-imposto,85197,0.htm

E o absurdo maior acontece com o carro nacional Gol. Fabricado aqui no Brasil com o custo de fabricação de R$ 9.800,00, ele custa para nós brasileiros R$ 39.900,00. Exportamos nosso Gol 1.6 para a Argentina e lá é vendido por R$ 28.426,00. E no México por R$ 27.629,00. Com todo dinheiro que pagamos o Brasil é o país responsável pelo Maior Lucro das Montadoras de Automóveis no mundo: Toyota, Volkswagen, Ford, Chevrolet, Hyndai, Honda, Fiat, etc. De acordo com o próprio site da Volkswagen (link no final do texto).
Preço convertido para nossa moeda.
E NÃO É SÓ ISSO...
Além disso...ainda

- Somos o único país do mundo que ainda fabrica carros com motor 1.0.
- Somos o único país do mundo que fabrica carros sem direção hidráulica.
- Somos o único país tropical do mundo que fabrica carros sem Ar Condicionado.
- Somos o único país do mundo que ainda tem como padrão o câmbio manual (afinal, conforto de câmbio automático é coisa de rico...pelo amor, quanta ignorância).

SOMOS O ÚNICO PAÍS DO MUNDO CUJOS COMPRADORES DE CARROS NOVOS SE CONTENTAM COM VERDADEIRAS CARROÇAS, SEM OPCIONAIS BÁSICOS.

Mas a pergunta que fica é “POR QUE AS MONTADORAS SOBEM O PREÇO DOS CARROS AQUI NO BRASIL?”
A resposta é bem simples: “PORQUE NÓS COMPRAMOS!!!”

Muitas pessoas pensam que é por causa dos impostos e cargas tributárias.
Sim, em parte é verdade. Mas a maior parte da diferença é culpa das montadoras que aumentam o preço aqui no país para obter maior lucro. O chamado LUCRO BRASIL.

MAS AGORA É SUA CHANCE DE MUDAR ESSA SITUAÇÃO. PARTICIPE DA CAMPANHA “NÃO COMPRE CARRO 0 KM EM 2014”.
COMPARTILHE, CHEGA DE SERMOS EXPLORADOS!!!
Fontes:

CHEVROLET: http://www.chevrolet.com.br/carros/camaro.html (Brasil)
CHEVROLET: http://www.chevrolet.cl/ (Chile)
CHEVROLET: http://www.chevrolet.com/camaro-performance-cars.html (USA)
ESTADÃO: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,carro-no-brasil-seria-mais-caro-mesmo-sem-imposto,85197,0.htm
FOLHA: http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/1200992-tendenciasdebates-o-lucro-brasil-das-montadoras.shtml
HONDA: http://www.honda.mx/honda-city/ (México)
HONDA: http://www.honda-automoviles.com.ar/autos/civic2013#precios (Argentina)
HONDA: http://automobiles.honda.com/civic-sedan/ (USA)
UOL: http://carros.uol.com.br/album/lucro_brasil_album_album.htm
TOYOTA: http://www.toyota.com.br/cars/new_cars/catalogo.aspx (Brasil)
TOYOTA: http://www.toyota.com/ (USA)
VOLKSWAGEN Argentina: http://www.volkswagen.com.ar/es/compras-y-financiacion0/precios-vigentes.html
VOLKSWAGEN Brasil: http://ofertas.vw.com.br/sao-paulo-SP
VOLKSWAGEN México: http://www.promocionesvw.mx/
WEBMOTORS: http://revista.webmotors.com.br/mercado/custo-b[cortado pelo WhatsApp]

sexta-feira, 4 de julho de 2014

FRAGMENTOS DA MEMÓRIA DE UM TEMPO -

 GRUPO TERRA
 OS FESTIVAIS DE MÚSICA - Quinta Parte

4. IV Festival de Universitário de Música (DCE – UFAL)

Neste festival, o GrupoTerra defendeu três músicas:
Poder é Querer - Chico Elpídio e Eliezer Setton;
Vielas - Laérson Luís e Chico Elpídio;
Paga Ladrão - Eliezer Setton.

A vencedora deste festival foi a canção “América, uma Canção de Irmãos”, de Edson Bezerra e César Rodrigues;
O segundo lugar, empatados: Pega Ladrão de Eliezer Setton e De Pedra e Pomar de Maria das Graças Monteiro Lins Barbosa (GAL) e Emídio Magalhães;
O terceiro lugar, Poder é Querer, de Chico Elpídio e Eliezer Setton.
A imprensa divulgava e valorizava os Festivais.

 Em 1993, com o surgimento do Canta Nordeste, a música Poder é Querer, foi defendida por Chico Elpídio sendo classificada em segundo lugar, o que possibilitou disputar a finalíssima do festival em Recife representando Alagoas.



Poder é querer

Sem desfazer do que me dizem os ditos memoráveis
De que me vem em mente a mesa posta a dois
Do que me leva a crer no agora sem depois
Sem duvidar do sentimento alheio a vontade
Vontade é grande de sentir e realiza
Milhões de coisas que ficaram por fazer
Edson Bezerra e César Rodrigues em América, Uma Canção de irmãos.
Em segundo plano Paulo Poeta.
Espaço e tempo eu vi passar
Sem contestar sem reagi
De cara em frente ao dedo em riste
Vencido sem lutar sem força sem poder
Agora é tempo de gritar
Agora é tempo de vencer, agora é a vez de decidir
O agora é agora
E o amanhã não tem o que temer
Se morre em pé a vela acesa
Porque é que devo eu me arrastar para viver
Sim vou mudar
De pensamento ideia e vontade
Vou encarar de frente a realidade
Recuperar o tempo todo que eu perdi
Fazer valer de uma vez por todas a verdade
Pra ver se existe um direito de igualdade
Que faça o homem igual ao homem do poder

5. Canta Nordeste

Em 1994, Grupo Terra participa pela primeira vez do Canta Nordeste, festival de música patrocinado pela Rede Globo, aberto a compositores nordestinos.
 A música Serra Pau, composta por Chico Elpídio e Eliezer Setton, sagrou-se campeã da fase alagoana, ganhando o direito de participar da segunda fase em Fortaleza, sendo também classificada para a final em Recife. 
Desse Festival, a Rede Globo lançou o CD CANTA NORDESTE, com as doze músicas classificadas, Serra Pau classificou-se em quinto lugar.

Serra Pau

Velho facão de ponta, ponta em brasa o fole sopra
Queima fere cicatriza, a ferida vai sarar
Gaiola em punho e o chuço, alçapão e emboscada
Ave em tempo de arribada entre as talas vai ficar
E um chapéu de couro, abas largas estrelado
No seu tempo de reinado pertenceu ao capitão – capitão
Caipora, capivara, bicho corre meia noite
Embalado pelo açoite, brisa leve é vendaval
Clarão do dia assusta, salta fora o maribondo
Quem lhe fez na casa um rombo, um calombo vai ganhar,
Transcorre a tarde e o alarde
De fumaça não viu fogo, quebra a banca vira o jogo
No cassino ao fim do sol...
Serra pau, serrador, serra cada qual madeira pro seu senhor
Serra cada qual
Quem quiser brincar de gente, tem que ser mais que doutor
Tem que ser mais que indigente, criatura e criador
Tem que ser indiferente, resistente, sonhador
Tem que ser mais que demente, pra que ature tanta dor
Serra pau, serrador, cada qual é o senhor.
Na igreja o padre reza, sacristão lhe toma o vinho
Os pecados do caminho, penitências vão pagar
Rosário conta a conta, padre nosso Ave Maria
Credo em cruz pra heresia, mês de maio é de oração
E num terreiro ao lado, pai de santo é pai de gente
Cada crença com seu crente, cada deus com seu altar.

domingo, 29 de junho de 2014

DÁ UMA SAUDADE!!!

GRUPO MUSICAL - OS DIAMANTES


Em pé: Índio (sax) - Tony  (baterista) - Zé Paulo (contra baixo - Téogenes Rocha (crooner) - Edson (empresário) - Chico Elpídio (guitarra) Zailton Sarmento (teclado)
Local - Ginásio do SESI/AL

quinta-feira, 26 de junho de 2014

FRAGMENTOS DA MEMÓRIA DE UM TEMPO

PRIMEIRO LP -  Segunda Parte

Por outro lado, o resultado do amadurecimento do grupo, que já havia participado de outros trabalhos musicais decorrentes da participação de festivais, promovidos pelas Rádios Difusora e Gazeta, resultou em 1978, na gravação do primeiro e único LP lançado a nível nacional pela Warner Bandeirantes do Nordeste. Desse disco, duas faixas fizeram parte do LP - O SOM DA TERRA e três foram selecionadas para a trilha sonora de duas novelas da Rede Bandeirantes, respectivamente:
O SOM DA TERRA, em 1981:
Morada Sertaneja (Chico Elpídio, Marcondes Costa, Paulo Renault e Eliezer Setton);
Noite Sertaneja (Marcondes Costa).

O MEU PÉ DE LARANJA LIMA, em 1980:Maria Fumaça - Chico Elpidio, Paulo Renault e Eliezer Setton; Noite Sertaneja - Marcondes Costa. 





ROSA BAIANA, em 1981:
Literatura de Cordel (Marcondes Costa e José Cavalcante).

Gazeta de Alagoas, 28/09/1980

“Após cinco anos de trabalho, resumido em várias horas de ensaio e quatro shows, o Grupo Terra, integrado por músicos alagoanos, consegui gravar seu primeiro LP. A princípio pensou-se numa produção independente, com o disco gravado no Estúdio Clave, em Recife e editado com uma pequena tiragem. O fato é que o som do grupo despertou o interesse da sigla Bandeirantes, e não foi necessário mais que um convite, para o Terra aceitar a gravação de um LP por esta, com a distribuição da WEA. Um fato inédito. Quase sem sair do estado, salvo algumas viagens ao Recife, o grupo está com o disco na praça, e com distribuição em todo o país.”



FRAGMENTOS DA MEMÓRIA DE UM TEMPO - GRUPO TERRA

Primeira Parte

A ideia de criar o Grupo Terra surgiu em 1975, e teve como objetivo realizar pesquisas voltadas para o regionalismo, lutar pela permanência das culturas populares, historicamente soterradas pelas narrativas das elites, e principalmente valorizar os poetas e compositores alagoanos, que tinham como temas: o povo sofrido do campo, as questões políticas, a preservação da nossa história, através da manutenção dos inúmeros prédios antigos, que estavam sendo demolidos, os monumentos, que se encontravam em total abandono e por fim, criar uma identidade cultural, através de uma visão prática a partir do localismo das micronarrativas musicais.
O Grupo Terra apresentou-se pela primeira vez em 1976, no altar do Convento de São Francisco, durante o III Festival de Verão, realizado em Marechal Deodoro. Devido à grande aceitação do público, o entusiasmo e a emoção tomou conta de todos, ficando já, naquele instante, definida a data e o local do próximo ensaio. O tema escolhido para a primeira apresentação: uma reflexão temática sobre o nosso rico folclore, as belezas lacustres e marinhas de Alagoas.
TERRA Á VISTA, foi o nome escolhido para o show, que aconteceu em setembro do mesmo ano, no Sérgio Cardoso, mais conhecido como Teatro de Arena, ficando em cartaz em palcos diversos, até meados de junho de 1978.
Primeiro show do Grupo Terra realizado no altar do Convento de São Francisco em Mal Deodoro.









A música escolhida para abertura, foi de autoria de Marcus Vagareza,

MINHA TERRA

Um pedacinho de terra
Cá do norte do Brasil
Do reisado e do fandango
Da chegança e pastoril
Guerreiro chegou a hora de cantar tua origem, do vermelho e do azul,
Desse céu e desse mar, de Manguaba e Mundau
Sol se pondo na avenida, muito amor no coração,
Muita fé muita coragem pra seguir na procissão,
Minha terra tem coqueiros onde o vento faz canção.”

O TERRA durante a sua existência, contou com quatorze componentes: Chico Elpídio, Zailton Samento, Messias Gancho, Pacuã, Zé Barros, Cláudio Carlos, Beto Batera, Elias, Jorge Quintella, Paulinho, Edson Bezerra, Marcus Vagareza, Eliezer Setton e César Rodrigues, quase todos advindos de bandas musicais da época.

Devido à enorme aceitação de todos que assistiram ao primeiro show, algumas personagens se agregaram à proposta do Grupo Terra, entre esses:
Cavalcante Barros, advogado e jornalista, de grande importância para o grupo, ajudava na divulgação dos eventos e as vezes assumia a posição de empresário; o TERRA incluiu em seu repertório duas músicas de sua autoria, uma delas, Penedo, apresentada pela primeira vez, no palco do Cine São Francisco, em Penedo, no show de encerramento do II Festival de Cinema;
Joaquim Alves, professor universitário e jornalista, era um grande incentivador, sempre divulgou as atividades do grupo e por várias vezes acompanhou as apresentações do Terra pelo interior do estado;
Marcondes Costa, psiquiatra, letrista e poeta, dentre muitas atividades, foi um dos integrantes da vida cultural da cidade se Maceió durante os anos 60, tendo participado de festivais de música daquela época. Marcondes compôs com Chico Elpídio, várias músicas para o Terra, e tinha também como parceiro, Juvenal Lopes, compositor alagoano remanescente de rádio da Difusora de Alagoas durante os anos 50, com várias músicas gravadas por grandes artistas da época.
Marcondes é autor do xote ACORDO ÁS QUATRO, que posteriormente virou hino do Movimento Brasileiro de Alfabetização – MOBRAL, na voz de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião;
Paulo Renault Braga Villa Boas, jovem intelectual com origem no movimento estudantil, advindo daí as suas letras politizadas e engajadas no momento político, mais adiante, Beto Batera e Eliezer Setton, um capítulo à parte, que entraria no lugar de Marcus Vagareza.
Suetônio Sarmento – oriundo do bairro do Prado, marcou época ao convidar jovens compositores, para juntos trocarem ideias e apresentarem suas composições. Sua proposta era de unir artistas de diferentes propostas musicais, sendo bastante exigente com relação a mensagem contida, era defensor das letras de cunho político social.
Justamente essa mistura de músicos de baile e de intelectuais, deram ao Grupo Terra uma identidade híbrida, no sentido de uma percepção, a qual, diferenciada, possibilitaria uma curiosa construção artístico-cultural na apreensão do imaginário alagoano, uma vez que, ao apuro técnico dos músicos se somavam a percepção do clima político daqueles anos de fins da ditadura militar, pois ao redor do grupo, gravitavam alguns intelectuais de diferentes trajetórias.



FRAMENTOS DA MEMÓRIA DE UM TEMPO - GRUPO TERRA

OS FESTIVAIS DE MÚSICA - Quarta Parte

3. III Festival Universitário de Música (DCE-UFAL)

Realizado em 1983, produzido pelo DCE-UFAL, o III FUM foi um evento que marcou os festivais de músicas em Alagoas.
Vindo mais estruturados de outros festivais, os integrantes do Terra estando atentos aos movimentos populares, que naqueles anos de abertura política se colocavam em oposição à ditadura, resolveu investir em músicas em forma de um hino revolucionário, que apresentasse uma linha de radicalidade do protesto político, ou seja, um reflexo dos movimentos sociais em torno da bandeira da Anistia dos presos políticos, com esse intuito, duas músicas foram cuidadosamente elaboradas: Canto Chão e Raízes.
Canto do Chão, com letra de Edson Bezerra e musicada por Chico Elpídio e César Rodrigues, foi muito trabalhosa, devido a ideia inicial de compor uma música com ritmos variados e que de cara atraísse à atenção não só dos jurados, mas também de quem a ouvisse pela primeira vez, entretanto, existia um obstáculo a ser vencido antes de participar do festival: se adequar às condições da censura, e foi o que aconteceu.
Após o envio das letras para a devida análise da DPF, cinco músicas foram censuradas, sendo necessário negociações dos autores para a liberação das letras das seguintes músicas:

Canto do Chão – Chico Elpidio, César Rodrigues e Edson Bezerra;
Raízes – Chico Elpídio e Eliezer Setton;
Matança do Boi – Antônio Carlos;
Sem remédio e Sem Doutor – Macléim Damaceno;
Renegados – José Gomes Brandão.

Ato contínuo, Edson Bezerra foi convocado para uma audiência no departamento de Polícia Federal/AL, para explicar a letra e modificar algumas frases que, segundo o sensor, eram impróprias naquele momento:

“Passado o susto, quando lá cheguei, fui surpreendido por um senhor gentil, de nome Arivaldo. Logo após me convidar para sentar, o senhor retirou da gaveta minha letra e disse: Ô rapaz, eu queria lhe propor algumas mudanças nesta letra, afinal ela está muito bonita, mas tem umas passagens que não vai dá pra passar. Por exemplo, por que em vez de cor vermelha, você não substitui por cor alegre e em vez de batalhão, outra palavra? E também esta coisa de guerrilha, não dá de jeito algum. Vá para casa, dê uma olhada no que você acha que pode mudar e depois volte,” disse Edson Bezerra.

CANTO DO CHÃO (1º lugar)

Terra do sol, liberdade e ouro
Há de haver aqui, vamos desbravar.
Terra de sal, caminho de gente
Berço de manhãs, muita alegria ainda nascerá aqui.
Sempre é hora de plantar na terra,
O que o fruto traz, construir na luta.
A doce labuta de quebrar os muros
Cantar o mesmo canto, beber do mesmo fel.
Nas manhãs banhar o corpo a sol e sal,
Caminhar nas ruas sempre a libertar
O grito contido, o amor escondido,
Em corações e em gerações.

Trazer no corpo o cansaço
No peito as emoções,
De fazermos sempre um gesto forte em cada mão
Seremos raça e força que arrasta multidões
E olha que esse tempo vem,
De uma cor alegra (vermelha) cor do coração
Seremos um só povo um só mutirão
Teremos terra e trigo sorrisos e canções
E entre palmeiras, vilas e ruas,
Nossos corpo cansados irão repousar.
Latinamente ser, livremente estar
Brasileiramente amar, amar

E ouça lá companheiro e amigo, não espera vem,
Já se toca o sino, já se entoam tantos hinos.
Viva a grande pátria, ò doce mãe gentil.
Terra de sol, terra de sal, terra do mar de anil.
Latinamente ser, livremente está, brasileiramente.







GRUPO TERRA

Foto histórica do Grupo Terra ensaiando.
Presentes além dos efetivos do Grupo, neste show tivemos a participação do nosso amigo Jiuliano Gomes e a estréia do mais novo integrante, Eliezer Setton, ainda magrinho.


quinta-feira, 19 de junho de 2014

FRAGMENTOS DA MEMÓRIA DE UM TEMPO

OS FESTIVAIS DE MÚSICA - Terceira Parte

1. II Festival do Compositor Alagoano
Realizado em 1978, produzido pelos radialistas Haroldo Miranda e Floracy Cavalcante, o Grupo obteria o primeiro lugar com a música Pássaro de Prata, composta por Carlos Moura e Edson Bezerra, a qual daria o nome ao LP do Festival - Pássaro de Prata; outras três músicas também defendidas pelo Terra, foram classificadas:
Preto Velho (Laérson Luiz);
Acordo às quatro (Marcondes Costa);
Agora Cante Cantador (Chico Elpidio e Paulo Renault).
Esse disco foi gravado nos estúdios da própria RDA, em quatro canais, sendo responsável pelo playback e mixagem, o talentoso Francisco de Magalhães Junior.

Pássaro de Prata

Tenho um pássaro de prata numa gaiola de metal
Quero um dia que ele voe por toda América do Sul
O seu canto é uma balada clamando por super-heróis
Esperando a madrugada já é hora de nascer
Grito por todos os homens de toda a América do Sul
De Tiradentes a Bolívar que de novo vão nascer
Grite eu quero ver toda a gente todo o povo se irmanar
Sem sangue com a glória nas mãos
Crianças, mulheres, homens, senhoras
Cantigas de roda, canção de ninar.
Fazendo da história um verso
Invertendo o processo e surgir
O nascer, o viver, o chorar, o correr, o sorrir
Todos não apenas alguns.

2. I Festival Alagoano da Canção Nordestina
Realizado em 1979, cujas músicas classificadas foram gravadas no LP TERRA DA GENTE. O destaque desse festival, além das músicas, foi o jurado cuidadosamente escolhido pelo radialista Edécio Lopes: Guio de Moraes - maestro, Carmélia Alves - cantora, Onildo Almeida – compositor, Claudionor Germano - cantor, Aldemar Paiva - jornalista, Raimundo Campos - pesquisador, Romildo Freitas - radialista, Claudemir Araújo - jornalista e Jovelino Lima - maestro.

O TERRA classificaria nesse festival quatro músicas:
Desesperança (Eliezer Setton);
Chão Quente (Marcondes Costa e Juvenal Lopes);
Festa na Roça (Marcus Antônio M de Barros);
Meu Sertão (José Cavalcante dos Reis e Marcondes Costa).
O disco nominado TERRA DA GENTE, foi produzido pela Rádio Gazeta de Alagoas e gravado na CACTUS em Recife, tendo a coordenação artística do maestro Ivanildo Rafael, direção e produção de Claudionor Germano com direção geral de Edécio Lopes.

As músicas citadas podem ser ouvidas e para dowload, no blog chicoelpidio.blogspot.com

domingo, 11 de maio de 2014

MÃE É PRA SEMPRE

                                                                                                                               

Professora Guiomar de Gouveia Bezerra, aos 93 anos de idade.
"A DISTÂNCIA PODE CAUSAR SAUDADE, NUNCA O ESQUECIMENTO."


sexta-feira, 9 de maio de 2014

Chico Elpídio: SERVIDORES DO TRIBUNAL DE CONTAS

Chico Elpídio: SERVIDORES DO TRIBUNAL DE CONTAS: Prezados Associados e Colaboradores do  SINDICONTAS/AL O Sindicato dos Servidores do Tribunal de Contas do Estado de Alagoas, têm o praze...

SERVIDORES DO TRIBUNAL DE CONTAS

Prezados Associados e Colaboradores do 
SINDICONTAS/AL
O Sindicato dos Servidores do Tribunal de Contas do Estado de Alagoas, têm o prazer de convidar a todos os servidores, para participar da solenidade de posse da Diretoria do SINDICONTAS, eleita para o triênio 2014 / 2017, que se realizará no dia 09 de maio a partir das 11 horas, no Clube dos Servidores do Tribunal de Contas, situado na Barra Nova.
Após a solenidade, ocorrerá uma confraternização, quando será comemorado antecipadamente o dia das mães, com sorteio de brindes para as mães presentes. A partir das 11 horas estará a disposição dois servidores um Micro-Ônibus para o translado: Tribunal de Contas / Clube dos Servidores, retornando as 18 horas.

Reafirmamos que a presença de todos (as) muito nos honrará, ao tempo em que fortalecerá a nossa luta em prol de novas conquistas.
Maceió, 07 de maio de 2014.
Francisco Elpídio de Gouveia Bezerra – Presidente Eleito 2014 / 2017

segunda-feira, 31 de março de 2014

AOS SERVIDORES DO TRIBUNAL DE CONTAS

OBRIGADO SERVIDORES DO TRIBUNAL DE CONTAS

A Chapa “NÃO FAZEMOS DE CONTA!”, agradece os votos de todos os servidores que participaram da eleição para o triênio 2014/2017 do Sindicato dos Servidores Públicos Estaduais, Analistas, Técnicos e Auxiliares de Contas de Alagoas - SINDICONTAS
Otimistas com o resultado do pleito, reafirmamos que nosso objetivo agora é dar continuidade ao trabalho iniciado em 2010. 
Fiquem certos que faremos muito mais, temos consciência de que um Sindicato só se tornará forte e eficiente se contar com a participação de todos. 
Estamos em busca da reposição salarial referente a inflação de 2013; do Abono Permanência, direito legalmente constituído dos servidores com mais de 30 ou 35 anos de serviço público, mulheres e homens, respectivamente; dos enquadramentos devidos aos servidores, que ainda não obtiveram êxito, e, de modo especial, trazer os inativos para nosso convívio, motivando-os a participarem dos movimentos realizados pelo Sindicontas.
Aos que se preocuparam em sujar nosso nome; aos que distribuíram manifestos na véspera da eleição, tentando denegrir nossa administração; aos que fizeram projeção dos votos, no máximo 40; aos que ameaçaram servidores para não votarem na Chapa 01, aos que mentiram, nosso agradecimento, sem eles o pleito não teria SENTIDO, entretanto, tenham certeza, este Sindicato não guarda rancores, irá trabalhar cada vez mais por todos, sem mágoas, para provar que está no caminho certo.
Lembrem-se: “JUNTOS SEREMOS MAIS FORTES”
Nos colocamos à disposição de TODOS para debater as nossas questões mais urgentes e esperamos sugestões; compareçam à sede do Sindicontas, sua opinião é importante.
Maceió 01 de abril de 2014

Francisco Elpídio de Gouveia Bezerra
Presidente Eleito – 2014/2017

quarta-feira, 26 de março de 2014

VOTO NÃO TEM PREÇO, MAIS CONSEQUÊNCIAS!

PRESTANDO CONTAS

Há três anos visitamos as dependências do Tribunal de Contas buscando apoio a nossa candidatura, ao tempo em que, apresentamos nosso plano de trabalho para o triênio: 2011/ 2014. Foi um momento difícil para todos os servidores, pois estavam sem a reposição salarial da inflação referente a dois exercícios e sem os enquadramentos determinado através do PCCS. Após a eleição, nosso primeiro passo foi buscar a reposição da inflação, que com muito diálogo com o Presidente à época, Dr. Luiz Eustáquio, conseguimos negociar, e chegamos ao percentual de 13,5 %, aplicado de uma só vez; logo a seguir, continuamos em busca do enquadramento devido aos servidores pós graduados e aos que tinham curso superior, direito adquirido com a implantação do Plano de Cargos, conseguido através de negociação com a Presidência, o que favoreceu a um grande número de servidores, restando ainda, muito a alcançar esse direito.
Posteriormente, fomos surpreendidos com a votação surpresa da Lei nº 264/2012 que reestruturava os cargos comissionados, cujo impacto financeiro importava em aproximadamente R$ 924.800,00 (novecentos e vinte e quatro mil e oitocentos reais) mensal, para custear 144 cargos Comissionados para o Tribunal de Contas, cujo menor salário estava fixado em R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos reais), não restando ao Sindicato através dos seus advogados, impetrarem a favor dos servidores no Tribunal de Justiça, um Mandado de Segurança, no sentido de suspender de imediato a aprovação da Lei, contrariando fortes interesses.
No ano seguinte, 2013, mais uma vez através de negociação, conseguimos a reposição da inflação do período, que importava em 6%, totalizando nos dois primeiro anos de nossa diretoria, um percentual de 19,50%. 

PCCS
Após inúmeras reuniões, concluímos a reestruturação do PCCS. A proposta foi o resultado exaustivo durante três meses pelo Comitê formado por servidores do TC/AL, representantes das principais categorias, quando criamos possibilidades para o crescimento profissional do servidor, podendo o nível médio, ter um subsídio paralelo ao do técnico do primeiro nível. Esclarecemos, que desde outubro de 2013, foi entregue ao Presidente Cícero Amélio, a minuta de Lei para a Reestruturação de nosso Plano de Cargos, Carreiras e Salários, ato contínuo, solicitamos através de Oficio a implantação do Vale Alimentação para todos os servidores do TCE.

MESTRADO
Constatado por este Sindicato, o início do Curso de Mestrado em Gestão de Recursos Públicos, ministrado pelo Instituto Politécnico da Guarda de Portugal em convênio com a Escola de Contas, cuja relação dos alunos surpreendeu a todos os servidores, visto a inexistência de um Edital, contendo as normas pertinentes ao processo seletivo e consequente falta de transparência, o Sindicato impetrou mais uma vez Mandado de Segurança, para suspender o referido curso, dando assim, oportunidade para que todos os servidores possam saber os critérios para concorrem as vagas existentes.

SOCIAL
No social, conseguimos recuperar o Clube dos Servidores, localizado na Barra Nova, tendo sido totalmente recuperado o campo de futebol soçaite, com implante de grama, além da recuperação do vestiário; da área da piscina e da entrada do clube; para a cozinha, adquirimos fogão profissional, micro-ondas, dois freezer, geladeira, 40 mesas com 160 cadeiras para o salão de festa, uma TV de 50 polegadas, além de uma completa aparelhagem de som. Neste ambiente durante todo o ano, foram realizados eventos para os servidores, sindicalizados ou não, disponibilizando transporte gratuito, bebidas, buffet e música ao vivo, tudo patrocinados com recursos dos servidores sindicalizados.

REVITALIZAÇÃO - ASTCA
O prédio da antiga ASTCA que encontrava-se em total abandono, foi totalmente recuperado: pintura interna e externa; salas com infiltrações recuperadas; criação da logomarca da ASTCA e da FUMEP; implantação de todo o sistema de segurança eletrônica, através da Century; fixação de letreiro a frente do Centro Integrado e compra de um moderno equipamento de máquinas para a sala de PILATES, que se encontra instalado em uma sala climatizada a disposição dos servidores; aquisição de dois aparelhos de som e espelhos para as salas de dança e Pilates;
CONTABILIDADE
Para a comprovação dos gastos conforme prometemos, instituímos o Fluxo de Caixa, que se encontra disponibilizado na internet, através do nosso Blog – Considerações Finais, para que os servidores acompanhem todas as movimentações financeiras ocorridas.
Por fim, continuamos firmes em defesa dos colegas, com um Escritório de Advocacia ao dispor de todos os sindicalizados.
O objetivo deste comunicado, outro não é, senão mostrar aos que nos distinguiram com seu voto, nossas realizações, e informar, que estamos concorrendo a reeleição para a presidência do SINDICONTAS, triênio 2013 / 2016, e contando com o seu irrestrito apoio.

NOSSOS PLANOS PARA O TRIÊNIO 2014/2017, JÁ EM ANDAMENTO:

ENQUADRAMENTOS SOLICITADOS E NÃO ATENDIDOS;
PAGAMENTO DO ABONO PERMANÊNCIA;
IMPLANTAÇÃO DO VALE ALIMENTAÇÃO;
IMPLANTAÇÃO DO PCCS REESTRUTURADO;
REPOSIÇÃO DA INFLAÇÃO REFERENTE AO EXERCÍCIO DE 2013;
CONTINUIDADE DAS AÇÕES IMPETRADAS EM FAVOR DOS SERVIDORES;

"VOTO NÃO TEM PREÇO, MAIS CONSEQUÊNCIAS"
CHAPA 01
Francisco Elpídio de Gouveia Bezerra















terça-feira, 25 de março de 2014

ATENÇÃO SERVIDORES DO TRIBUNAL DE CONTAS

Tribunal de Contas lança processo seletivo; salários de até R$ 3.341,00
O Tribunal de Contas do Estado de Alagoas lançou na última sexta-feira, dia 21, edital de processo seletivo simplificado visando ao preenchimento de dez vagas. O processo seletivo será executado por intermédio da Comissão de Seleção e as contratações serão pelo prazo determinado de até 12 meses, regidas pelo Regime Jurídico Estatutário e Consolidação das Leis do Trabalho, podendo ser prorrogadas por igual período.Os cargos disponíveis são: Técnicos de redes (nível superior), R$ 2.319,00; Analista de Sistema de Informação (nível superior), R$3.341,00; Técnico em Eletrônica/Telefonia, R$2.005,04; Técnico em Informática, R$1.670,00; Analista administrativo/suporte e sistemas, R$2.319,00; Técnico de suporte/Teleatendimento, R$1.670,00.
A carga horária semanal será de 40 horas para todos os cargos e será desenvolvida diariamente, de acordo com horário definido pela autoridade competente. As inscrições estarão abertas das de 8h às 12h de 24 a 28 de março de 2014.

Veja o cronograma completo:
Abertura das Inscrições de 8:00h as 12:00h 24 a 28 de março de 2014
Homologação das Inscrições 2 de abril de 2014
Recurso da não homologação das inscrições 3 de abril de 2014
Análise do Recurso das Inscrições 4 de abril de 2014
Nova Lista de Homologação das Inscrições 4 de abril de 2014
Análise dos Currículos e Entrevistas 7 de abril de 2014
Publicação do resultado preliminar 8 de abril de 2014
Recurso das notas 9 de abril de 2014
Nova lista de notas 10 de abril de 2014
Entrega de Documentação dos aprovados noTribunal de Contas do Estado de Alagoas de 10 a 15 de abril de 2014
Início das Atividades no Tribunal de Contas do Estado de Alagoas16 de abril de 2014.

sábado, 15 de março de 2014

SERVIDORES DO TRIBUNAL DE CONTAS

Dia 28 de março, sexta-feira, a partir das 08 horas, no Centro de Treinamento da Escola de Contas, estará sendo realizada a eleição para a nova diretoria do SINDICATO DOS SERVIDORES DO TRIBUNAL DE CONTAS, com mandato a partir de abril de 2014 até abril de 2017.
Estamos apresentando para conhecimento de todos os servidores, os componentes da chapa denominada, “NÃO FAZEMOS DE CONTA”, montada obedecendo aos critérios determinados pelo novo Estatuto do SINDICATO:

CHAPA NÃO FAZEMOS DE CONTA!
DIRETORIA EXECUTIVA
PRESIDENTE
Francisco Elpidio de Gouveia Bezerra
VICE-PRESIDENTE
Francisco de Assis de Oliveira Domingos
DIRETOR FINANCEIRO
Maria Aparecida Bida Guabiraba
DIRETOR DE FORMAÇÃO POLÍTICA E SINDICAL
Severino Rosa da Silva
DIRETOR DE ATIVIDADES SÓCIO CULTURAIS
Maria Goretti Persiano Galvão
DIRETOR DE ASSUNTOS TÉCNICOS
Edilson José Albuquerque Matos
DIRETOR DE ASSUNTOS JURÍDICOS
Marlene Barros Couto
DIRETOR DE APOSENTADOS E PENSIONISTAS
Jari de Melo Quintela
DIRETOR PARA ATIVIDADES ESPORTIVAS
José Daniel Albuquerque dos Santos
CONSELHO FISCAL
Osman Bento da Silva
José Aurélio da Silva
Maria de Fátima Santos Coelho
SUPLENTE DO CONSELHO FISCAL
José Edson da Costa
Maria Inês Lima da Silva
José Carlos Bandeira de Melo
CONSELHO DE REPRESENTANTES
I – Base de Gestores - Elma Maria Silva Rolemberg
II- Base das Diretorias Técnicas - Rogério Tavares de Lima
III- Base dos Serviços, Medico, Odontológico e Psicológico - Shirley de Oliveira Costa
IV- Base do Pessoal Administrativo - Esmeralda Maria de Oliveira Costa
V- Base do Pessoal de Apoio - Michelle dos Santos Silva Rodrigues
VI- Base dos Aposentados e Pensionistas – Givaldo dos Santos Silva

sexta-feira, 7 de março de 2014

A PALAVRA DADA


ATENÇÃO SERVIDORES DO TRIBUNAL DE CONTAS

Sou da época em que as coisas tinham de ser previamente combinadas para que pudessem ser efetivamente cumpridas. A confirmação da palavra com certa antecedência era a única garantia, e a palavra ouvida, a última fonte, o que exigia, ao menos, algum cuidado no momento de dar e ouvir essas palavras, para evitar desilusões nos que nela acreditam.
Hoje tenho visto com muita frequência, que a palavra dada não tem o mesmo valor de outrora, muitos não têm qualquer dificuldade em dar o dito por não dito, uma pena.
Tenho observado durante as sessões no Pleno do Tribunal de Contas, um grupo de servidores vestidos com uma camisa de cor cinza, postando a seguinte frase:

“PROMESSAS... não valem NADA, até que sejam cumpridas.”

Esperam a grande maioria que após o período momesco, como ficou acertado na última reunião, com a presença do Presidente Cícero Amélio, da Diretoria do Sindicato e dos diretores de Pessoal e Financeiro, sejam entregues ao SINDICONTAS a relação dos servidores que têm direito: ao ABONO PERMANÊNCIA, ao ENQUADRAMENTO por títulos solicitados através de requerimento, ao VALE ALIMENTAÇÃO e mais, a reunião para a negociação, sobre o valor da reposição da inflação de 2013, cuja data base ocorreu no mês de fevereiro/14.
Para este Sindicato, o valor da palavra dada continua a contar, é uma questão de honra.
Pra mim a palavra dada, tem o valor de contrato escrito, aprendi com meu saudoso pai.

Francisco Elpídio
Presidente Sindiconta/AL