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Mostrando postagens de Dezembro, 2010

Manifesto Sururu

Edson Bezerra, o autor. O manifesto sururu quer muito pouco.  Quem sabe um pouco mais do que exercitar um certo olhar: um olhar atento por sobre as coisas alagoanas. O manifesto sururu não quer apostar e nem pousar em outras imagens.  O que ele procura é exercitar olhos e sentidos por sobre (e dentre) antigas e permanentes imagens das coisas alagoanas: olhar primeiramente os canais que interligam as lagoas e os rios.  Os canais sempre foram as nossas pontes e disto já o sabia Octávio Brandão.  O manifesto sururu também fala da fome. Não da fome comum, mas da fome de devorar as Alagoas. Contra as derrapagens de uma modernidade vazia, uma outra assinalada de coisas alagoanas. Novas rotas. Rotas alagoanas: de canais e lagoas, sobretudo.
Tchello d’Barros  Aqui uma lúdica intertextuallidade com o Manifesto Sururu, esse breviário de saberes, falares e viveres, que você trouxe à tona numa linguagem poética impregnada de essências alagoanas, de ancestralidades, de elementos arquetípicos dessa terra, d…