quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

HOMENAGEM AOS 198 ANOS DA LINDA MACEIÓ

Maceió, meu xodó, minha homenagem a mais linda cidade do Brasil.
Música de Chico Elpídio, letra de Geraldo Rebêlo
CD DILÚVIO.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

ROBERTO MACEDO ROCHA - SHERMAN

Esse o nome do companheiro SHERMAN.
Como surgiu o apelido Sherman não sei. Talvez tenha que recorrer aos veteranos Elias Fragoso, Nilton de Paula, Alan Paurílio, Erivaldo, que eram seus amigos de farra, bola e papo, para saber como surgiu esse apelido.
Conheci o Sherman quando tinha 16, 17 anos e vez por outra participava das farras do Grupo acima.
Sempre recatado, de poucas palavras, mas firme em suas posições, algo me chamou a atenção nele: o companheirismo e lealdade para com os amigos.
Ao longo dos anos seguimos “roteiros solo”
Mas o destino, muitos anos depois, tratou de juntar os Cambonenses, num esforço abnegado do companheiro Enilzo Cardoso dos Santos, que teve a brilhante idéia de “garimpar” os telefones de todos e com algum sacrifício juntou o grupo, que ao longo dos anos solidificou e se mantém cada dia mais unido.
Para nossa felicidade, um dos que veio com o grupo foi o companheiro Sherman.
Calado, discreto, foi chegando e com seu futebol cadenciado foi ganhando a admiração e o respeito de todos no grupo. E foi assim até o seu último dia.
Não sabia que em seu nome tinha o ROCHA. Até então só conhecia Roberto Macedo.
Deus sabe o que faz. Colocou no nome do Sherman o Rocha. Bem apropriado.
Antigamente quando alguém era de fé, companheiro, amigão, se dizia “esse cara é Rocha”. Qualquer semelhança com o companheiro Sherman não seria mera coincidência.
Lembramos do Sherman sempre ligado ao Cartório do Elói Paurílio (outro Cambonense) e que era tio de sua esposa. Funcionário dedicado, sempre solícito, Sherman era no Cartório o que se chama no futebol de “carregador de piano”
Com o falecimento do Tabelião Elói Paurílio assumiu o comando sua sucessora Claudinete, mas na verdade quem tocava tudo por lá era o Sherman, de tal forma que a sucessora passou a ser uma co-adjuvante no Cartório.
Mas nada o envaideci-a. Pelo contrário. Sempre agiu e atuou no Cartório com a mesma dedicação e fidelidade de sempre.
Seu primeiro casamento durou anos e só ele poderia dizer o que passou para salvar a vida de sua parceira. Foram anos de luta onde fez valer o seu sobrenome ROCHA.
Do casamento nasceu seu filho homem com problemas de retardo. Mas isso não era nada para o Sherman.
Tristeza? Lamentação? Nem reclamação ouvíamos dele.
Com a ausência da mãe, sua atenção para seu filho foi total.
E assim foi a vida do companheiro Sherman:
Casa, Cartório, Família, Filho, Casa do Françes, Racha.
Aliás, o racha era um dos seus melhores lazeres.
Securinha, jogava os dois rachas e acredito que se tivesse um terceiro participaria.
Rocha. Racha. Havia uma perfeita identificação do Rocha de seu nome, com o Racha onde era securinha pela bola.
Nós Cambonense tivemos a felicidade e o privilégio de tê-lo no nosso meio. Foi um parceiro, amigo, companheiro, até os últimos momentos de sua vida.
Ele não nos pediu permissão para partir antes do prazo, mas quem somos nós para intervir na decisão Suprema?
Fazendo jus ao sobrenome Rocha, ele se foi discreto. Sem alarde.
E não poderia ser diferente, porque pode até se castigar, mas não se muda a natureza e a firmeza de uma Rocha.
Sherman, obrigado por permitir que fossemos seu amigo.
Deus haverá de lhe de lhe dar um bom lugar em seu reino e certamente conseguirá uma vaguinha no time de lá, junto com garrinha, Didi entre outros.

Josenah Fragoso

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

ÊLES FAZEM A FAMÍLIA CAMBONENSE


O Cambona sempre foi fértil em oferecer não só para Alagoas, profissionais da mais alta estirpe. Quem não se lembra dos professores Cajueiro e Granjeiro, pioneiros na formação de cursinhos para o ensino da Lingua Portuguesa; Antônio Paurilho, pianista e compositor, autor da música "Ansiedade"; Marcelo Santos, Agulhas Negras; Aldo Flores, Procurador do Estado; Dilmar Camerino, Ministério Público Estadual; Haroldo Miranda, ícone da radiofonia alagoana; Sabino Romariz, radialista e Deputado Estadual; Cleto Marques Luz, Consultor Jurídico da Assembléia Legislativa e eterno Presidente da Federação Alagoana de Futebol; os comtemporâneos: Edson Bezerra e Cícero Péricles, doutores em Sociologia e Economia, respectivamente; Alder Flores, Advogado Ambientalista; Josenal Fragoso, Procurador da Ceal; Cláudio Lima de Souza, Delegado da Polícia Federal, como se vê, personagens que só engrandecem e honram nosso bairro. Ainda são remanescentes no Cambona: Guiomar de Gouveia Bezerra, Norma Omena, Mary e Washington Omena, Nalmi da Silva, Pedro Rebêlo, Joseval Fragoso, Carmem, Maria e Fausto Leite e tantos outros.

Fragoso Pereira
José Pereira *
Lindinalva Fragoso Pereira *
José Elias Fragoso Pereira - Economista
Josenal Fragoso Pereira - Bel em Direito
Joseval Pereira Fragoso - Funcionário Púbico
Gouveia Bezerra
Salviana Gomes dos Santos *
Manoel Elpídio Bezerra *
Guiomar de Gouveia Bezerra - Professora *
Francisco Elpídio de Gouveia Bezerra - Bel em Direito
Edson Bezerra - Bel em Sociologia
Lima de Souza
Manoel Lima de Souza - Funcionário da ECT*
Marina Lima de Souza *
Deraldo Lima de Souza - Bel em Medicina
Cláudio Lima de Souza - Delegado Federal
Sônia Lima de Souza - Bancária
Selma Lima de Souza *
Marluce Lima de Souza - Funcionária Pública Estadual
Edson Lima de Souza - Funcionário da Ceal
Flávio Lima de Souza - Bel em Medicina
Flores Barbosa
Aldo Flores Barbosa - Promotor Público *
Zunaira Ribeiro Barbosa - Funcionária Publica Receita Federal *
Alder Ribeiro Flores Barbosa - Advogado e Consultor Ambientalista
Zaira Ribeiro Flores Barbosa *
Zenise Ribeiro Flores Barbosa
Zirlane Ribeiro Flores Barbosa
Zeila Ribeiro Flores Barbosa
Pinto Torres
Esmeralda Pinto Torres *
José Aguinaldo Torres*
Valdomiro Pinto Torres *
Walderez Pinto Torres *
Eufrásio Pinto Torres - Bel em Arquitetura
Everaldo Pinto Torres - Marinha do Brasil
Edilma Pinto Torres
Calheiros
Mário Rodrigues da Silva *
Carmelita Calheiros *
Rosane Calheiros - Funcionário Público
Viviane Calheiros - Funcionaria Pública
Leite
João Gandaia *
Maria Leite *
Nazareth Leite *
Lourdes Leite - Professora
Fausto Leite - Professor
Carmem Leite - Professora
Rosa Leite *
Carvalho
Genésio Carvalho - Advogado e Jornalista *
Geneildes Carvalho - Advogada
Genival Carvalho - Fiscal de Renda
Raimundo Carvalho - Fiscal de Renda
Geneir Carvalho - Bel em Direito
Leite Moreira
Luiz de Matos Moreira*
Maria Helena Leite Moreira*
Moab Leite Moreira
Moacir Leite Moreira*
Juarez Leite Moreira*
Luiz de Matos Leite Moreira*
Galba Leite Moreira *
Guido Leite Moreira
José Leite Moreira
Renato Leite Moreira *
Nilza Leite Moreira
Neuza Leite Moreira
Dantas
Máximo Gomes da Silva *
Laura Dantas dos Santos da Silva - Bel. em Pedagogia*
Judite Dantas Santos - Professora
Benedita Dantas Batista - Professora
Eduardo Batista - Empresário
Fernando Antônio Dantas Silva - Engenheiro Civil
Marcelino Máximo Dantas Silva - Escritor
Marluce Dantas Batista - Professora
Eduardo Batista Junior - Policial Federal
Malta dos Santos
Alvaro Victor dos Santos - Exercito Brasileiro*
Lindinalva MAlta Máximo dos Santos*
Analva Malta dos Santos - Administradora de Empresa/Servidor Federal*
Mércia Maria Malta dso Santos - Advogada/Servidora Federal
Marcelo Renato Malta dos Santos - Exército Brasileiro
José Alvaro de Malta Santos- Administrador de Empresa/Brakem
Alberto Jorge Tavares de Gois - Fisioterapeuta
Rocha
Roberto Macêdo Rocha - *

(*) falecidos

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

ESTRELA - EDSON BEZERRA

No belo documentário do grande cineastra Pedro Rocha, ESTRELA RADIOSA, sobre os inesquecíveis artistas, que faziam parte do elenco da radiofonia alagoana, Edson Bezerra interpreta a música título do filme.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

VI BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE ALAGOAS - CD CONTEMPORÂNEOS

 
Neste dia 30, quarta feira, a partir das 19 horas, estarei no Centro de Convenções, no estande da Universidade Estadual de Alagoas - UNEAL, lançando o CD CONTEMPORÂNEOS, com músicas de minha autoria e letras do com o poeta Pablo de Carvalho.


terça-feira, 4 de junho de 2013

Hóspede das Formigas

Valdevino estava desempregado há bastante tempo. E não foi por falta de iniciativa. Nas portas em que bateu só ouviu negativas sob as mais variadas desculpas. Nunca aprendeu uma arte, e sem profissão definida, apelava para o biscate como opção mais próxima. Fazia ponto na feira com seu carro-de-mão onde pegava fretes. Embora não fosse casado, era arrimo de família. Na qualidade de filho mais velho, ficou responsável pelo sustento dos irmãos pequenos e da mãe viúva, depois que o pai foi assassinado durante uma discussão num jogo de sinuca. Se Valdevino ganhasse algum dinheiro, todos comiam, caso contrário, ninguém dormia; a agonia da escassez não deixava. No inverno a situação piorava. Com a chegada das águas o movimento diminuía para desespero dos feirantes que ali negociam. A área ficava inundada, o lixo boiava e entupia os bueiros. A fedentina afastava o consumidor enojado e atraía ratos e cães famintos.
Lamentando a sorte com um amigo, motorista de caminhão, recebeu dele proposta para realizar um serviço “sujo”. Consistia em acompanha-lo numa viajem ao interior de Pernambuco de onde trariam escondida sob uma carga de maracujá, meia tonelada de maconha. Empreitada rápida, não obstante perigosa, mas segundo os termos do acordo, o valor da compensadora gratificação seria capaz de garantir a sobrevivência da família pelo resto do ano.
Receoso de se envolver em complicações, fraquejou no primeiro instante, tergiversou, mas diante das argumentações convincentes e tranquilizadoras do amigo, que era reincidente naquele tipo de crime, concordou e viajaram no dia seguinte. Chegaram ao destino ainda com o dia claro. Pernoitaram carregando o caminhão e durante a madrugada empreenderam a última e mais delicada etapa do programa. Na viajem de retorno, cujo ponto de intensidade foi crescente, persistiu um clímax cortante como se estivessem sobre um fio de navalha. O estado de flagrância, mesmo que sob a proteção dos maracujás, cujo aroma dominava o ambiente, não lhes garantia a inviolabilidade do segredo. Uma fiscalização de rotina seria suficiente para por tudo de água abaixo.
Às três horas da manhã estavam próximos a um povoado que não tinha energia elétrica. Embora praticamente desabitada, a área era passagem obrigatória para quem transitasse entre Alagoas e Pernambuco. Tudo transcorria sem alterações até serem surpreendidos por uma “blitz” à beira da estrada. Haviam armado uma ratoeira da qual ninguém escaparia, exceto rompendo a barreira à bala, o que poucos ousariam fazê-lo. Tratava-se de uma operação pente-fino. Policiais sisudos portavam armamento pesado e vasculhavam tudo à procura de agulhas no palheiro. Nem padre usando batina era poupado. Foi um susto dos diabos. Neno, o motorista, encostou o caminhão antes de ser abordado. Mas já era tarde, pois já estavam sob a mira da polícia. Abriu a porta do velho Ford e correu gritando: 
- Corra! Sujou! Sujou!
Valdevino também fugiu. Só que em direção contrária à de Neno que terminou sendo preso. Enquanto ele embrenhou-se no mato a despeito do troar intermitente dos disparos. Corria desembestado e descalço, completamente perdido na escuridão da noite sem lua por uma região que lhe era desconhecida. Chegou a temer que pudesse ser tragado por um despenhadeiro. Mas o medo de ser preso longe de casa e dos maus tratos a que certamente seria submetido, o impulsionou para frente mesmo sem ter noção onde pisava nem aonde chegaria. Terminou esbarrando numa cerca divisória com arame farpado que lhe vasou um olho e o levou ao chão. As circunstâncias o obrigou a suportar a dor sem direito a gemidos, sob pena de denunciar sua posição. Exausto e com a patrulha no seu encalço, imaginou-se perdido. Foi quando tateou um buraco e, acossado pelo pavor de uma fera ferida e na iminência de ser aprisionada, entranhou-se naquilo que parecia inacessível a um homem. A fenda era profunda e sinuosa. Desceu até onde pôde e lhe coube. Embora possuísse um corpo esquálido, aquele aperto lhe estorvavam os movimentos, mas continuou deslizando até sumir nas profundezas. Depois de engolido, percebeu que se tratava de uma morada de formigas-de-roça que, ao serem molestadas com a intromissão indesejada, atacaram-no, evidentemente. Seu corpo ficou agasalhado por uma manta a lhe cortar a carne sem piedade, enquanto ouvia a voz aloprada da patrulha sobre a sua cabeça, bufando de ódio e cansaço, lamentando não contar com o auxílio de cães farejadores. 
Ainda no abrasador esconderijo, onde suportou ser “costurado”, o fugitivo indagava se teria valido a pena ter escapado. Quando se desvencilhou do túnel, o que só ocorreu horas depois, Valdevino estava cego de um olho e com a pele tricotada como a de um sabugo. O amigo preso, o caminhão apreendido, a carga confiscada e um olho inútil. Irreparáveis perdas. E ainda teve de refazer a pé boa parte do caminho de volta para casa. Esse foi preço da liberdade que Valdevino pagou à vista.

Adelmo Marques Luz

terça-feira, 21 de maio de 2013

CD CONTEMPORÂNEOS

Pablo de Carvalho, Luciana e Chico Elpídio
O CD Contemporâneos foi gravado no STUDIO GRAVAMUSIC, no período de agosto a outubro de 2012. A produção foi de Pablo de Carvalho e Chico Elpídio e os arranjos de Fabinho Oliveira e Jiuliano Gomes. Criação gáfica e fotos: Simone Cavalcante, Dalton Melo Sá;
Os músicos:
Carlos Bala - bateria, Ronalso Sirino e China - percussão;
Wilbert Fialho - Violão de seis e sete cordas;
Cavaco e bandolins - Bruno Pallagani e Zailton Sarmento
Guitarras - Tony Augusto e Ricardo Lopes
Sopros: Beto - trompete, Everaldo Borges - sax soprano, tenor e flauta, Jailson Brito - sax soprano, Rony - trombone, Elísio - sax barítono ;Siqueira Lima - flugel.
Acordeon - Silvano Quyeiroz ; Lee Paes - violino; Miran Abs - chello e violino.
Amigos leitores, estou disponibilizando a quem interessar possa, as músicas do CD Contemporâneos, basta fazer o dowload.

MISSA DE SÉTIMO DIA


Nos que formamos a família cambonense, informamos que será celebrada nesta sexta-feira, dia 24, às 19 horas, na Igreja da Rosa Mística - Mangabeiras, missa de sétimo dia, em memória do nosso saudoso amigo, JOSÉ MARIA DANTAS MENDES. Aguardamos a presença de todos.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

A morte de cada dia - Paulo Angelim

"Nós estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas à ausência de vida e isso é um erro.
Existem outros tipos de morte e precisamos morrer todo dia.
A morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação.
Não existe planta sem a morte da semente, não existe embrião sem morte do óvulo e do esperma, não existe borboleta sem a morte da lagarta, isso é óbvio!
A morte nada mais é do que o ponto de partida para o início de algo novo.
"É a fronteira entre o passado e o futuro..."
Se você quer ser um bom universitário, mate dentro de você o secundarista aéreo que acha que ainda tem muito tempo pela frente.
Quer ser um bom profissional?
Então mate dentro de você o universitário descomprometido que acha que a vida se resume!
a estudar só o suficiente para fazer as provas.
Quer ter um bom Relacionamento?
Então mate dentro de você o Jovem inseguro, ciumento, crítico, exigente, imaturo, egoísta ou o solteiro solto que pensa poder fazer planos sozinho, sem ter que dividir espaços, projetos e tempo com mais ninguém.
Quer ter boas amizades?
Então mate dentro de si a pessoa insatisfeita ou Descompromissada, que só pensa em si mesmo.
Mate a vontade de tentar manipular as pessoas de acordo com a sua conveniência.
Respeite seus amigos, colegas de trabalho, vizinhos.
Enfim, todo processo de evolução exige que matemos o nosso "eu" passado, inferior.
E, qual o risco de não agirmos assim?
O risco está em tentarmos ser duas pessoas ao mesmo tempo, perdendo o nosso foco, comprometendo essa produtividade, e, por fim, prejudicando nosso sucesso.
Muitas pessoas não evoluem porque ficam se agarrando ao que eram, não se projetam para o que serão ou desejam ser.
Elas querem a nova etapa, sem abrir mão da forma como pensavam ou como agiam.
Acabam se transformando em projetos acabados, híbridos, adultos infantilizados". Podemos até agir, às vezes, como meninos, de tal forma que não matemos as virtudes de criança que também são necessárias a nós, adultos, como: brincadeira, sorriso fácil, vitalidade, criatividade, tolerância etc.
Mas, se quisermos ser adultos,
devemos necessariamente matar atitudes infantis, para passarmos a agir como ADULTOS. Quer ser alguém (líder, profissional, pai ou mãe, cidadão ou cidadã, amigo ou amiga) melhor e mais evoluído?
Então, o que você precisa matar em si, ainda hoje, é o ''egoísmo'' e o ''egocentrismo'', para que nasça o SER que você tanto deseja ser!
Pense nisso e morra!
Mas... Não esqueça de nascer melhor ainda!
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"O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem.
Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."
(Fernando Pessoa)




NOVIDADES CONHECIDAS - LARA MELO